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25 de outubro de 2010

De pão em pão....

Pão francês pode ficar mais barato a partir de 2011

Suspensão do embargo russo à farinha de trigo pode contribuir com queda de preço

Sérgio Vieira, do R7, no Rio

Depois de registrar dez altas consecutivas, o preço do pãozinho francês pode ficar mais barato. A notícia, apesar de boa, só deve ocorrer a partir de 1º de janeiro de 2011.

O governo russo divulgou um decreto que suspende a partir desta data o embargo às exportações de farinha de trigo adotado no verão como resposta à forte seca que ameaçava elevar os preços dessa matéria-prima no mercado interno russo. Continua aqui.

13 de outubro de 2010

Lado Errado Número Errado

Dias desses marquei de ir jantar com uma amiga repórter no mais-que-comentado-e-onipresentemente-frequentado-por-artistas Sushi Leblon. Paulistano que sou, com conhecimento ainda limitado em relação à Cidade Maravilhosa, peguei um táxi em direção àRua Ferreira Dias (Sim, vc não leu errado e em breve endetenderá).

Entrei calmamente no táxi e assim permaneci por uns 15 minutos, quando percebo que estamos indo para o lado oposto ao Leblon. Neste momento, segue-se o diálogo:

- O senhor tá indo para o Leblon?

- Não.

- Mas o endereço que eu te dei não é do Sushi Leblon?

- Ah, Sushi Leblon, então devemos seguir para a Dias Ferreira, certo? (aos risos)

Neste momento, eu também me pego rindo e só confirmo.

Resultado: Cheguei 40 minutos atrasado (pra variar um pouco) e na pressa, apertei o apartamento 457 (número fictício) achando que ainda iria encontrar minha amiga no apê dela. Claro que ninguém me atendeu. Sabendo que todos estavam na mesa no Sushi Leblon, eu finjo completamente que numa quarta-feira a fila não estava imensa, chamo a Hostess e digo:

- Posso procurar meus amigos lá dentro?

Muito educada, sorri e me autoriza a entrada. Dois segundos depois duas malucas se encarregam de me apresentar para o lotado restaurante japonês aos berros: S-E-R-G-I-N-H-O!!!!

Depois de contar toda a saga e ver todo mundo rindo e mais uma paullistice no Rio de Janeiro, chego na parte da campainha, quando a amiga repórter leva a mão à testa e diz: "Não era o meu apê, o meu é 455!!!".

Assim foi minha primeira visita ao Sushi Leblon.

Obs: Nota 7,5 (apesar da fenomenal simpatia da Hostess)

6 de outubro de 2010

Tempo ruim

Ok, perdi a festa Comer & Beber da Veja Rio por que
fiquei preso por seis horas no Aeroporto de Guarulhos.
Pois é, não era para ir dessa vez....

22 de dezembro de 2009

Mais uma maratona gastronômica on the way...

A melhor parte de se começar um novo ano é poder repetir situações prazerosas do ano anterior. Fui no Restaurant Week em Sampa e no Rio e posso dizer que este é um dos melhores eventos gastrõnicos pois dá a oportunidade de frequentar, por preços módicos, lugares que dificilmente a maioria das pessoas iria. O desafio imposto aos restaurantes participantes é o de preparar cardápios diferenciados com entrada, prato principal e sobremesa a um preço fixo, igual em todas as casas

A maratona gastronômica promovida pelo Restaurant Week agora agita quase todo o Brasil. Para o Ano de 2010 estão previstas 12 edições, destas, 10 já estão com suas datas agendadas. Algumas cidades, mais movimentadas, ou com maior participação de estabelecimentos, serão contempladas com duas edições como Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. Pela primeira vez Curitiba e Vitória receberão o RW. Está previsto, também para 2010, mas sem data definida, eventos em Porto Alegre e Belo Horizonte.

O site - www.restaurantweek.com.br – apresenta a lista das casas participantes com seus cardápios e horários de funcionamento. Importante observar que os restaurantes podem escolher em que horário querem participar: almoço ou jantar ou nas duas refeições.

Agenda 2010:

São Paulo - 1 a 14 de março
São Paulo - 30 de agosto a 12 de setembro

Rio de Janeiro - 10 a 23 de maio
Rio de Janeiro - 18 a 31 de outubro

Curitiba - 31/maio a 13 de junho

Pernambuco - 1 a 14 de março

Recife - 9 a 22 de agosto

Vitória - 1 a 14 de março

Brasília - 25 de janeiro a 7 de fevereiro
Brasília - 19 de julho a 1 de agosto

*Porto Alegre – data em definição

*Belo Horizonte – data em definição

7 de setembro de 2009

Prosecco, Cava, Spumanti, Champagne e por aí vai...


Estava almoçando com alguns amigos neste Restaurant Week, na cidade de São Paulo, quando alguns presentes se surpreenderam com o fato de eu entender (um pouquinho, claro) sobre vinhos e champanhes. Na ocasião, ajudei a escolher um vinho para o prato pedido por um amigo e um prosecco para a refeição solicitada por uma amiga. Me lembrei de um ótimo post de Roberto Gerosa, jornalista que tive o prazer de conversar por alguns minutos na redação da revista Veja. Vou reproduzir abaixo alguns trechos em que diferencia os diferentes tipos de champanhe, outro dia posto sobre vinhos.

Cada um no seu quadrado

Champagne: é o rei leão dos espumantes, está no topo da pirâmide destes vinhos, até no preço. São mais intensos, ricos e de paladar apurado, com aromas que lembram panificação, às vezes de cor mais para o dourado. O espumante nasceu na região de Champagne, localizada no nordeste da França, e segue regras rígidas. As únicas uvas permitidas são: a branca chardonnay (dá finesse, notas florais e minerais), e as tintas pinot noir (frutas vermelhas e estrutura ao vinho) e pinot meunier (frutado). Estranhou o uso de tintas em champanhes? Mas é assim mesmo, são usadas tanto uvas brancas como tintas, o que dá a cor ou não a um vinho é o contato da bebida com as cascas.
Todo vinho sofre uma fermentação para transformar o açúcar da uva em álcool. Nos efervescentes, são duas. No champanhe, a segunda fermentação é feita na própria garrafa – a este método se dá o nome de champenoise, ou clássico. Além, claro, do terroir, da tradição e das uvas este método é o que dá a elegância e intensidade à bebida. Dos diferentes estilos de champanhes, os mais caros e refinafos podem ficar até dez anos repousando nas caves amtes de sair no mercado.


Champagne só em Champagne
Se topar com um espumante fora da França com o nome “champagne” gravado na etiqueta, desconfie. É a única região do planeta autorizada a usar esta designação nos rótulos. Na verdade, existem exceções que conseguiram burlar esta restrição, mas vale como regra.
Produtores importantes
Billecart-Salmon, Bollinger, Chrales Heidsieck, Drappier, Krug, Laurent-Perrier, Louis Roederer, Moët & Chandon, Pol Roger, Ruinart, Salon, Tattinger, Veuve Clicquot Ponsardin.

Crémant: espumante genérico francês, também elaborado pelo método clássico, produzido fora da região delimitada de Champagne, sendo que o maior volume vem da região do Loire. Costumam ter menos pressão e são mais ligeiros. Não há muita oferta de rótulos no Brasil.
Produtores importantes
Louis Bouillot, Dopff au Moulin, Vigneau-Chevreau, Grandin

Cava: outro espumante feito pelo método clássico – esqueceu o que é? Segunda fermentação na garrafa –, mas agora na Espanha, na região de Penedés, na Catalunha. As uvas são nativas: macabeo, viura (dão um toque frutado), parellada (acidez) e xarel-lo (acidez e potência). A Espanha é o segundo maior produtor de espumantes do mundo. A gigante Cordoniu coloca no mercado 130 milhões de garrafas ao ano. São facilmente encontradas nas prateleiras de supermercados e são deliciosos e potentes, vale experimentar.
Produtores importantes
Freixenet, Cordoniu

Prosecco: quem já passeou por este Blog do Vinho já sabe. Prosecco nada mais é que uma uva nativa da Itália, mais precisamente da região de Valdobbiadene e Canegliano, no Vêneto. Com ela, se faz este espumante que, ao contrário dos vinhos efervescentes anteriores, é elaborado pelo método charmat. O que é isso? Aqui, a segunda fermentação se dá em grandes tanques fechados de aço inoxidável que suportam altas pressões (a pressão do gás chega até a 7 atmosferas). Há proseccos mais refinados, eles chegam da região de Cartize, mas a grande maioria é uma bebida mais fácil, de cor mais clara e de sabor próprio. A propósito, há proseccos no mercado de grande volume bem ruins, se puder, evite. Tem prosecco no Brasil? Tem. E ao contrário do champanhe, pode ter seu nome estampado no rótulo. São frescos e honestos, uma boa opção aos italianos mais comuns.
Produtores importantes
Adami, Bisol, Mionetto e Nino Franco

Espumantes (sparkling wines): nome genérico para todo vinho com duas fermentações. Há rótulos da Itália, da Argentina, de Portugal – em toda parte –, até a Inglaterra começou a se aventurar neste mercado. O Brasil produz espumantes premiados em vários concursos sérios e reconhecidos pela crítica internacional e nacional. O ranking promovido pela Playboy e já comentado neste blog é uma prova deste nível de qualidade. A grande maioria é elaborado pelo método charmat com bons resultados; algumas vinícolas arriscam o método clássico, nem sempre superiores ao charmat. No Brasil, além das uvas francesas chardonnay e pinot noir, é comum o uso da riesling itálico que teve boa adaptação no sul do país. Nossos espumantes se caracterizam pela boa acidez, frescor e média intensidade, um vinho de celebração, acima de tudo.
Produtores importantes
Aurora, Chandon, Dal Pizzol, Dom Cândido, Marson, Miolo, Piagentini, Pizzato, Salton, Valduga, Vallontano

Seco = brut
Os espumantes e champanhes podem ser brut, sec e doux. Essas expressões nos rótulos indicam o grau de açúcar por litro em cada garrafa. Atualmente, 80% do mercado são dominados pelo tipo brut, que é mais seco e com baixa concentração de açúcar. Sec, ao contrário do que parece, não é seco, mas levemente adocicado. Mais comum encontrar a expressão demi-sec. Doux dispensa explicações.
Fala sério, não é tudo igual, não é mesmo? Chato, eu?

Confira mais na coluna do Roberto Gerosa


18 de julho de 2009

As bombas calóricas de cada dia


Everything Bagel (pão com gergelim e outros cereais) com roastbeef,
tomate, presunto de parma, bacon e uma mega camada de cream cheese acompanhado de um copo de 45o ml de Mocaccino.
Este era o café da manhã diário.

Você já teve curiosidade de verificar quantas calorias têm nos seus lanches favoritos do McDonalds, Burger King, KFC, Fridays, Joakins e tantos outros?

Uma boa noitada na cidade de São Paulo ou Rio de Janeiro sempre acaba em uma bela lanchonete. O problema é que na maioria dos casos ninguém para para analisar o número de calorias que ingeriu em apenas algumas horas, e piora se contabilizarmos as cervejas, caipirinhas, vodkas, whiskies com energéticos, porções e o grand finale, sanduíches e shakes.

Não é uma exclusividade paulistana ou carioca, é um fenômeno deveras global. Em minha última visita aos States tomei uma decisão: não iria em nenhum Fast Food que tivesse filial no Brasil ou que eu frequentasse. No que resultou essa maluquice (muito prazerosa naquele momento)? Arby's,Del Taco, Dunkin' Donuts, Taco Bell, Wendy's, California Pizza Kitchen, Domino's Pizza, El Pollo Loco, In-N-Out Burger (um dos melhores, barato e suculento! rs), Panda Express, Wetzel's Pretzels e seis quilos a mais na bagagem. Isso por que apenas nomeei os Fast Foods, nem contei os restaurantes mexicanos, japoneses e salvadorenhos...

O BIG MONEY contabilizou a quantidade de calorias por dolares. Segue abaixo a lista e d^e uma olhada na batata do McDonalds,item muito apreciado em terras tupiniquins.

20 de junho de 2009

Mais 20 programas bacanas da Cidade de SP (de um total de 200)

Segue mais 20 programas imperdíveis em São Paulo. Vale dizer que o melhor de cada lugar é a sensação proporcionada, a experiência que se tem com o passeio, sem dizer que ressalta, muitas vezes, pontos escondidos da metrópole que muitas vezes não são valorizados.

41. Ir a um ensaio da escola de samba Vai Vai. A quadra fica na Praça 14 Bis, no Bexiga http://www.vaivai.com.br

42. Conferir a programação do Centro Cultural Banco do Brasil, na rua Álvares Penteado, 112, centro da cidade.

43. Pegar um cineminha no Espaço Unibanco, reduto dos cinéfilos paulistanos. Fica na Rua Augusta, 1475, Consolação.

44. Conferir as obras de arte do MAM (Museu de Arte Moderna), que fica dentro do parque do Ibirapuera ( http://mam.terra.com.br), e do MAC (Museu de Arte Contemporânea), que fica dentro da USP, http://www.mac.usp.br

45. Dar uma passadinha no Museu Lasar Segall, que funciona no imóvel que serviu de residência ao artista até sua morte, em 1932, fincado na Rua Berta - que abriga as primeiras construções modernistas do Brasil (http://www.spguia.com.br/museus/lasarsegall/lasarsegall.html)

46. Visitar o Museu de Arte Sacra, na avenida Tiradentes, 676, e… (http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_sacra.htm)

47. …aproveitar o passeio para conhecer a Pinacoteca http://www.uol.com.br/pinasp, também na avenida Tiradentes

48. Conhecer o Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios, na Rua da Cantareira, 1351, fundado em 1873.

49. Manter-se antenado na programação eclética do Sesc Pompéia (http://www.sescsp.com.br/sesc), na rua Clélia, 93

50. Procurar preciosidades na biblioteca Mário de Andrade, na Praça Dom José Gaspar http://www.prodam.sp.gov.br/bib/mario

51. Visitar o belo (e pouco conhecido) Teatro São Pedro, construído em 1917. Fica na Rua Barra Funda, 171.

52. Levar as crianças na Sala Disney do Cinemark do Shopping Santa Cruz. Lá são exibidos somente filmes infantis, e a decoração vai fazer a alegria dos pequenos. Rua Domingos de Morais, 2564, na Vila Mariana.

53. Conhecer o Teatro Oficina, na rua Jaceguai, 520, epicentro de manifestos vários nos anos 60 http://www.dialdata.com.br/oficina

54. Conferir a biblioteca do Centro Cultural São Paulo, na rua Vergueiro, 1000 http://sampa3.prodam.sp.gov.br/ccsp/ccsp/index0.htm

55. Sentir-se num pedacinho do Japão no bairro da Liberdade. O ideal é fazer a visita aos domingos, quando acontece uma animada feirinha ao lado do Metrô Liberdade

56. Dar uma volta na linha de ônibus Machado de Assis - Cardoso de Almeida (408P), que passa por alguns dos pontos mais interessantes da capital. O ponto de partida é na praça da rua Machado de Assis, no bairro da Aclimação

57. Passear pela Praça. Vilaboim, em Higienópolis, no sábado à tarde, com direito a uma parada estratégica na banca de jornal. (E SENTAR NUM BARZINHO Q TEM POR ALI PARA UM HAPPY)

58. Conferir a vista privilegiada do Bar do Jockey, na av. Linneu de Paula Machado, 1263, cercado de figurinhas da high society paulistana http://www.hcj.com.br

59. Visitar o Parque da Luz, na av. Tiradentes, que passou recentemente por uma recuperação como poucas realizadas na cidade http://www.prodam.sp.gov.br/dph/servicos/rotjdluz.htm

60. Ir a uma festa de arromba no Bar do Hotel Cambridge, que fica na Av.Nove de Julho, 216 (http://www.cambridgehotel.com.br ).

Destes listados, já fiz 10. E você?


5 de junho de 2009

Mais 20 programas bacanas em Sampa - de um total de 200!

Segue abaixo mais 20 programas maneiros que todo mundo que vive na cidade de São Paulo deveria fazer. Digo os que vivem por que obviamente seria um super programão para os turistas, mas nós paulistanos não valorizamos os cantinhos dessa imensa cidade.

21. Provar o sensacional filé coberto com muito alho do Filé do Moraes da praça Júlio de Mesquita, no centro da cidade. (http://www.filetdomoraes.com.br)

22. Conferir toda a tradição do Capuano, restaurante italiano fundado em 1912. Fica na rua Conselheiro Carrão, 416, no Bexiga.

23. Degustar, sem peso na consciência, a dobradinha pastel de feira com caldo de cana em qualquer feira livre da cidade - de preferência na do Pacaembu, que acontece de segunda a sábado em frente ao estádio

24. Comer um beirute no Joakin´s, que serve os melhores de São Paulo há 31 anos, na rua Joaquim Floriano, 163.

25. Passar pela Cidade Universitária só para saborear o cachorro quente do Super Hot Dog. Fica na Rua do Estádio, Travessa C, logo atrás do Crusp

26. Tomar café expresso com pão de queijo no Café Girondino, nas imediações do Mosteiro de São Bento. Fica na Rua Boa Vista, 365.

27. Comer o quanto puder no rodízio da churrascaria Fogo de Chão, na avenida Moreira Guimarães, 964, em Moema.

28. Tentar descobrir quem tem a melhor esfiha, o Jáber ou o Catedral. Os dois ficam quase lado a lado, na rua Domingos de Morais, no Paraíso - o Jáber no número 86 e o Catedral no 54

29. Provar o porpettone do Jardim di Napoli, na Rua Dr. Martinico Prado, 463, em Higienópolis.

30. Gastar todas as suas economias num jantar no Massimo. É caro, muito caro, mas vale a pena. O restaurante fica na Alameda Santos, 1826.

31. Tomar um breakfast supernatureba no Parque da Água Branca aos sábados de manhã e aproveitar para visitar a feirinha de produtos orgânicos que rola no local

32. Tentar resistir aos caprichados docinhos da Cristallo. Rua Oscar Freire, 914.

33. Correr para a Vila Madalena num sabadão ensolarado para comer (quase ao ar livre) em algum dos pontos mais concorridos do bairro, como o Bar do Sacha ou o Jacaré!!!! BOM DEMAIS!!!!!

34. Nada mais paulistano que uma boa pizza, certo? O Pedaço da Pizza, como o próprio nome já indica, serve a iguaria em pedaços. O melhor: fica aberto até altas horas da madrugada. Fica na Rua Augusta, 2931.

35. Surpreender-se com a mesa inacreditavelmente farta do As Mestiças. Nessa casa de chá em Moema, o cliente paga um preço fixo e tem direito a pães, bolos, salgadinhos, doces, chás, sucos… Alameda dos Aicás, 50.

36. Assistir a um concerto na Sala São Paulo, na antiga estação Júlio Prestes, que tem uma das melhores acústicas da América Latina.

37. Assistir a uma peça, um balé ou um concerto no Teatro Municipal e sentir-se no Ópera de Paris. (http://www.prodam.sp.gov.br/theatro/index.html)

38. Assistir a qualquer filme na Sala Cinemateca, que fica no antigo matadouro da Vila Mariana, na rua Senador Raul Cardoso, 207. (http://www.cinemateca.com.br)

39. Peregrinar até o Teatro Alfa, ao lado da Ponte Transamérica da marginal Pinheiros, para curtir qualquer um dos espetáculos sensacionais que acontecem no local. (http://www.teatroalfa.com.br)

40. Pode até parecer um programa batido, mas uma visita ao Masp é realmente um programa obrigatório. Avenida Paulista, 1578.


Olha! Mais uma vez, destes, eu já fiz sete, e você?

1 de junho de 2009

Viva el México!

Ok, tirando a gripe suína, o México tem algo que muito me agrada: a culinária. Quase todos os dias em que permaneci nos Estados Unidos, jantei em restaurantes mexicanos. Já que estou numa fase de passar dicas dos lugares que conheci em Sampa, segue uma lista de restaurantes mexicanos que estive nos últimos dois anos. Recomendo todos!!

• Café Cancun
Rua Aguiar Toledo,Visc, 296, Cs, Vl Congonhas
São Paulo, SP, 04612-100
Telefone: (11) 3044-4297 Fax: (11) 3044-4297

• Calmecac
Rua João Manuel,Pe, 861, Cerqueira César
São Paulo, SP, 01411-001
Telefone: (11) 3082-2720 Fax: (11) 3082-2720

• Chicken Tak
Avenida Ibirapuera, 3103, Pis Jurupis Lj 114, Indianópolis
São Paulo, SP, 04029-200
Telefone: (11) 5536-9696 Fax: (11) 5536-9919

• Dedo de La Chica
Rua Aspicuelta, 176, Vl Madalena
São Paulo, SP, 05433-010
Telefone: (11) 3819-8522 Fax: (11) 3819-8522

• El Kabong
Rua Mateus Grou, 15, Pinheiros
São Paulo, SP, 05415-050
Telefone: (11) 3061-9939 Fax: (11) 3064-9354

• El Mariachi
Rua Pinheiros, 412, Pinheiros
São Paulo, SP, 05422-000
Telefone: (11) 3081-0055 Fax: (11) 3081-0055

• Los Mexicanos Retaurante Ltda
Avenida Juscelino Kubitschek,Pres, 105, Vl Nova Conceição
São Paulo, SP, 04543-010
Telefone: (11) 3044-1811 Fax: (11) 3044-1811

• Viva México
Rua Fradique Coutinho, 1124, Pinheiros
São Paulo, SP, 05416-001
Telefone: (11) 3032-0901 Fax: (11) 3032-0901

• Yucatán Bar e Lanches Ltda
Avenida Juscelino Kubitschek,Pres, 393, Vl Nova Conceição
São Paulo, SP, 04543-010
Telefone: (11) 3846-3505 Fax: (11) 3846-3505

O que eu mais gosto (barato e 15 minutos de casa)

TACO, Rua Gabrielle d'Annunzio, 1301, Campo Belo, 5042-2858. 17h/0h
(sáb. a partir das 12h; dom. 12h/23h; fecha seg.). Cc.: todos. Cd.: M,
R e V. www.tacosp.com.br. Com matriz em Ubatuba, esse informal
endereço do Campo Belo tem seu ponto forte na cozinha. De terça a
quinta, por R$ 30,00, há uma espécie de rodízio mexicano com sete
pratos do cardápio. Cerveja Dos Equis, R$ 6,00 (long neck).
www.tacosp.com.br

Obs: Informações retiradas do site da Veja SP

26 de maio de 2009

Alguns cafés vão muito além do cafézinho

Como bom paulistano, e jornalista, sou apaixonado por café. Todos os dias, rigorosamente, às 17 horas, parava tudo que estava fazendo para, ao lado de uma linda jornalista da rádio cultura, tomar um daqueles maravilhosos cafés que nossos amigos bonaerenses estão há anos super acostumados a preparar e degustar. Nos dias em que fiquei hospedado em Buenos Aires para a realização de uma matéria sobre o Cinema Argentino, provei todos os tipos do cardápio da Havanna e alguns do Tortoni - um dos mais antigos da cidade - fundado em 1858.

São Paulo está se rendendo a este savoir faire. Apenas três quadras da minha casa, no bairro do Brooklyn, abriu um delicoso e aconchegante café, bem decorado, com rede wi-fi e o melhor, um café mais incrementado que o outro.

Estes espaços fashion especializados neste black gold estão se disseminando com a rapidez em que o Starbucks vende Frapuccinos e Mocaccinos. As novas casas não se limitam ao café, servem comidas, petiscos e outras bebidas sofisticadas que agem sobre os sentidos, numa sinestesia total entre estes.

Outro dia me dei ao luxo de ir ao Baretto. Sim, este mesmo, o cozzy espaço localizado à esquerda da entrada do Fasano. Confesso que fui convidado e não paguei a conta, afinal, jornalista não tem dinheiro para ir ao Baretto. Pobres estagiários e aspirantes da blogosfera, 98% dos jornalistas são reles mortais - sinto lhes informar, sou um destes.

Falando em Starbucks, um dos mais bacanas na cidade de São Paulo é o localizado no shopping Higienópolis. Experimente o Muffin com um Moccacino navegando em seu notebook (a conexão devidamente utilizada não era a do Starbucks, a de outro local próximo, mas também do shopping, tinha um sinal bem melhor).

Na cidade temos outros bem bacanas. Gosto de elogiar os locais em que estive. De cabeça, sem muito pensar, posso citar o bar do Café de La Musique, do Santo Grão, do Café Lutetia da Praça do Patriarca (um achado) e claro, o último mas não menos melhor, o café do meu pai, ninguém bate ele. Aliás, deve ser genético pois há algumas semanas sou o barista oficial da agência. rsrs

Ficam aqui as dicas:
- Recoleta Cafés
- Baretto
- Starbucks Higienópolis
- Bar do Café de La Musique
- Santo Grão
- Café Lutetia

25 de maio de 2009

200 programas bacanas para se fazer em Sampa

Uma cidade tão grande como São Paulo oferece uma centena de coisas diferentes e interessantes a se fazer a todo o momento. O problema é não ficar perdido diante de tantas opções. Recebi uma lista dos 200 programas imperdíveis que um morador da cidade da garoa não pode deixar de fazer. Dessa forma, para tornar ainda mais bacana vou disponibilizar em pílulas, de 20 em 20.

1. Provar o bolinho de bacalhau e o chope do Bar do Leo, que, desde 1940, sai religiosamente abaixo de zero grau e com colarinho, na rua Aurora, 100, em Santa Ifigênia.

2. Experimentar os docinhos de festa da doceira Di Cunto, na rua Borges de Figueiredo, 61, na Mooca (http://www.dicunto.com.br)

3. Devorar uma pizza calabresa no Castelões, na rua Jairo Góes, 126, no Brás, com um bando de amigos.

4. Almoçar nas bancas de comidinhas das feiras de antiguidades das praças Benedito Calixto, em Pinheiros, e Dom Orione, no Bexiga, que acontecem no sábado e no domingo, respectivamente.

5. Circular pelas bancas do Mercado Municipal, na avenida do Estado, e consumir, sem medo de ser feliz, toda a sorte de guloseimas que encontrar pela frente (http://www.mercadomunicipal.com.br)

6. Comer uma das especialidades do Bar Sujinho, o frango caipira, a qualquer hora da madrugada. A salada de repolho já faz parte do couvert. Coma sem preconceitos, é divina. O Sujinho fica na rua da Consolação, 2063.

7. Deliciar-se com os irresistíveis sorvetes da Häagen Dasz. A loja mais charmosa da rede fica na rua Oscar Freire, 900, Jardins.

8. Tomar vários copos de mate com leite espumante no Rei do Mate da avenida São João, 530 (http://www.reidomate.com.br)

9. Comer qualquer item do cardápio 100% árabe do Almanara da rua Basílio da Gama, 70, no Centro - só a decoração anos 50 já vale a empreitada (http://www.almanara.com.br)

10. Ir ao brunch do Empório Santa Maria, na avenida Cidade Jardim, 790, aos sábados e domingos, e sentir-se no Dean&Deluca de Nova York.

11. Dar um pulinho no Rancho da Empada, na Rua Sena Madureira, 357, na Vila Mariana. As de camarão e palmito são incomparáveis.

12. Provar o penne com melão e presunto cru do Spot, na rua Ministro Rocha Azevedo, 72, em meio ao clima mais hollywoodiano de São Paulo e não dispensar as profiteroles.

13. Deleitar-se com os quindins, cocadas e beijinhos da Doceira Modelo, na rua Padre Raposo, 77, na Moóca.

14. Resistir, se puder, ao tradicional Bauru do Ponto Chic do Largo Paissandu.

15. Deixar o regime de lado e atacar os generosos sundaes e bananas splits da Sorveteria Alaska, na rua Dr. Rafael de Barros, 70, no Paraíso. O chantilly é simplesmente divino.

16. Se abastecer de pães, frios e cia. na Padaria São Domingos, na Bela Vista, e sentir-se na Itália enquanto escolhe o que levar entre os comestíveis que “decoram” a casa. Fica na rua São Domingos, 330 (http://www.bixiga.com.br/telas/padarias.htm)

17. Tomar milk shake com leite maltado no Rocket’s, na alameda Lorena, 2090, enquanto ouve os hits dos anos 50 nas mini-jukebox dispostas sobre as mesas (http://www.rockets.com.br)

18. Deliciar-se com os bolos e pães preparados pelos monges do Mosteiro de São Bento. O Bolo Santa Escolástica é a melhor pedida.

19. Provar qualquer prato absurdamente generoso do Gigetto, na rua Avanhandava, 63, e correr o risco de cruzar com figurinhas carimbadas do circuito teatral da cidade.

20. Comer muitas empanadas e curtir a muvuca organizada do Bar das Empanadas, na rua Wisard, 489, na Vila Madalena.


Desses, eu já fiz sete. E você?

12 de maio de 2009

Restaurant Week - EDIÇÃO RJ

Na edição paulistana do Restaurant Week havia na lista 7 lugares que havia ido e depois fechei com 12. Na lista carioca, que começou nesta segunda, há apenas 3 lugares que fui. Como não estou no Rio, não poderei aumentar o número de restaurantes visitados, mas aconselho a todos que quiserem aproveitar um ambiente novo, diferente e pratos criativos, esta é chance.

RESTAURANT WEEK RIO DE JANEIRO

4 de abril de 2009

Ícone carioca - Os famosos biscoitos Globo

Como bom paulistano, não era muito chegado em comer biscoitos na praia, mas desde que me fui "carioquizado" decidi aderir a alguns hábitos. O primeiro deles foi experimentar os biscoitos Globo. Gostosinhos, nada de mais. Bom mesmo foi esta reportagem, muito bem feita!




Valeu @brunoswell

28 de março de 2009

Eu gosto é de joelho!

Em que lugar do mundo você pode sentir sem problema nenhum vontade de comer joelho? Calma, não tem nada a ver com feijoada e afins. Na Cidade Maravilhosa tem um salgado com recheio de queijo e presunto, feito a base de uma massa pré-cozida, bom demais!
Agora já sabe, não pode sair do rio sem comer joelho. Tem em todo o lugar...

25 de fevereiro de 2008

Bom Apetite!!!

Durante essa semana do dia 25 de fevereiro começa a segunda edição do São Paulo Restaurante Week. Bem, parece estranho mas a idéia é genial. O evento ocorreu pela primeira vez em Setembro de 2007, ainda como experimentação e foi extremamente bem recepcionado pelo público paulistano, tanto que, menos de seis meses depois, sua segunda edição já está saindo do forno. Pude provar a excelente comida japonesa de um restaurante que há muito tempo estava com vontade de ire por um preço que acho bem justo no Nakasa Sushi.
Todos os estabelecimentos cadastrados no evento fazem cardápios personalizados com preços bastante acessíveis a todos os bolsos. No almoço, há opções de pratos que normalmente seriam caríssimos por 'apenas" R$ 25,00 e, se vasculhar bem, pode encontrar um jantar completo por R$ 39,00. Você pode conferir a lista dos restaurantes que participam do evento. No site oficial, é possível encontrar o cardápio completo dos lugares inscritos. Bom apetite!!!

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