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11 de janeiro de 2013

Rio, destino número 1 em 2013 para o NYT

"Cinquenta e três anos depois de o governo federal do Brasil fugir para Brasília, e décadas depois de São Paulo assumir como capital de negócios do país, o Rio está promovendo um retorno".

Com esta frase o jornal The New York Times abre matéria especial apontando o Rio de Janeiro na primeira posição entre os 46 destinos imperdíveis para o ano de 2013.A razão é simples: é melhor vir logo em 2013 "porque em 2014, o mundo inteiro vai estar lá!", diz o jornal.

Para explicar a escolha, cita ainda a Copa do Mundo de 2014, "os Jogos de Verão"* (Olimpíada de 2016), a abertura de uma série de museus ao longo deste ano e claro, a chegada de grifes estelares com a abertura do Village Mall (entre elas, a primeira loja Apple da América do Sul).

* Jogos de Verão é a forma norte-americana de se referir aos Jogos Olímpicos ou Olimpíada - eles usam esta forma porque, para os países que tem inverno rigoroso, a Olimpíada de Inverno é tão importante quanto a "Olimpíada de Verão".

Lista completa, aqui.

7 de janeiro de 2013

6 de dezembro de 2012

Niemeyer, o poeta das curvas do concreto

Há quase um ano, esta foi minha matéria sobre o Niemeyer. 


Considerado um dos maiores gênios da arquitetura, o brasileiro – e carioca – Oscar Niemeyer desafia qualquer regra de longevidade. Nesta quinta-feira (15), ele completa 104 anos de vida, sendo mais de 80 deles dedicados a suavizar as curvas do concreto. Niemeyer é figura fundamental para a história da arquitetura – e também política – do Brasil.

Autoridades e políticos brigam por oportunidade de construir em suas cidades monumentos arquitetônicos com o toque da caneta do artista. Entretanto, a única obra do arquiteto na Espanha, o Centro Niemeyer, inaugurado em março em Avilés, fechou as portas por questões políticas.

O complexo cultural de 16 mil m², orçado em US$ 20 milhões e formado por teatro, museu, prédio administrativo, restaurante e uma praça, não resistiu ao novo governo de direita da região de Astúrias. Vera Lucia, mulher de Niemeyer há cinco anos, lamenta o fechamento e diz que o arquiteto ficou muito triste com a decisão.

Leia o texto completo aqui.




 

13 de julho de 2012

Paulistices in Rio - como identificar paulistas na Cidade Maravilhosa

Desde que cheguei ao Rio de Janeiro descobri como é fácil identificar de onde são algumas pessoas. Carioca que é carioca nasceu na Tijuca ou no Meier. Desculpem-me os amigos dos outros bairros, mas o sotaque carioca que o Brasil conhece a gente só encontra nestas duas vizinhanças. Detalhe: dois lugares sensacionais!

O Rio é uma das poucas cidades em que seus cidadãos têm raízes fortes com o bairro que vivem, de forma que o sotaque, a roupa, o modo de agir ou pensar - entre outros quesitos – entrega com pouca margem de erro a vizinhança da pessoa em questão.

Mas como bom paulistano, não há nada mais interessante que observar os “tipos” nas praias da capital fluminense. E não falo só dos tipos do Rio de Janeiro. Sem dúvida, entre mineiros, goianos, paranaenses, pernambucanos, capixabas e tantos outros gentilícios brasileiros, o mais “identificável” em uma multidão somos nós, os paulixxxtas. Peço desculpa pela segunda vez em menos de três parágrafos, mas nós paulistas somos muito bregas fora da nossa gaiola.

Vou enumerar em alguns pequenos pontos:

1 - Paulista vai para o Rio e acha que Corcovado e Pão de Açúcar são o mesmo morro:
levanta a mão o primeiro paulista que nunca perguntou se o Cristo ficava no Corcovado ou no Pão de Açúcar?

2 – Paulista fica estressado com a demora do metrô: em média, o metrô do Rio de Janeiro - em dias úteis – leva entre 2 e 3 minutos para passar, tempo mais que suficiente para que qualquer paulista corte os pulsos, acostumados com os 90 segundos de diferença entre uma composição e outra. Pior, nos finais de semana, esse tempo no RJ pode chegar a 10 minutos, aí não tem paulista que aguente. E não adianta o Metrô Rio dizer que o tempo é menor, esse cálculo saiu de uma pesquisa informal que fiz utilizando o metrô por duas semanas consecutivas por volta do mesmo horário.

3 – Paulista se muda para a praia: a paulistada praticamente vai de mala e cuia pra areia. Cooler com cerveja, cadeira – porque paulista que é paulista não encosta na areia -, guarda-sol, toalha, canga, esteira, crianças (várias), bola de futebol, bola de vôlei, bola de frescobol, raquete, cartas para jogar truco e claro, seu shorts de praia, porque paulista que é paulista até tem sunga, mas usa por baixo do shorts.

4 – Paulista compra a praia toda: como não pode ir todos os dias para a praia, quando vai consome tudo que tem pelo caminho. O bixxcoito Globo, a esfiha árabe (completamente diferente da esfiha paulistana), o espetinho de camarão, a empadinha de carne seca, o Hareburger, a canga (que começa valendo cada uma R$ 30 e no fim leva duas por R$ 30), sem falar nas outras bugigangas.

5 – Paulista adora shopping: não adianta dizer que Botafogo é praticamente um grande cinema, paulista que é paulista quer urgentemente saber onde fica o cinema do shopping.

6 - Paulista vê fila e já vai entrando: não vou nem dar exemplo, paulista vê fila nem pergunta para o que é, “segue o fluxo” e depois questiona o que está fazendo ali há 25 minutos.

7 – Paulista odeia areia e entra de chinelo no mar: nem vem dizer que não, paulista vai até a beirada da água e pede para o colega (que odeia mar, nada mais paulista) para tomar conta do chinelo. Quando sai, fica incomodado com a quantidade de areia no pé e reclama do começo da tarde até a hora de ir embora de quem foi a ideia de ir pra praia.

8 – Paulista é exagerado: Já viu a quantidade de protetor solar que paulista passa? A mesma quantidade qualquer carioca passaria em pelo menos três pessoas.

9 – Paulista e o seu eterno assunto: o clima – Se puxou conversa sobre o tempo, é paulista. Enfrenta calor, frio, sol, chuva, tudo no mesmo dia, saí com três combinações de roupa uma por cima da outra e acha isso su-per-des-co-la-do.

10 – Paulista é rico: paulista sai no Rio e se acha rico: a cerveja é barata, a entrada na balada é barata, a comida é barata, o podrão é barato etc... Paulista acha tudo tão barato a ponto da corrida do táxi dar R$ 36 e ele entregar uma nota de R$ 50 e dizer: fica com o troco. Fato verídico.

A melhor parte de elaborar essa lista é o exercício da boa e
velha capacidade de rir de nós mesmos.

10 de junho de 2012

Pedra da Gávea

Floresta da Tijuca


Vista da Barra da Tijuca do alto da Pedra da Gávea



Vista dos bairros de Ipanema, Leblon, Lagoa, São Conrado e a Favela da Rocinha

12 de abril de 2012

Rich Brazilians

Quando fui a primeira vez ao Rock in Rio paguei inacreditáveis R$ 35 para ver um dos dias do festival. Isso foi em 2001. É claro que, dependendo do artista presente, todos vão ao show porque a chance de vê-lo novamente são pequenas - na maioria dos casos - de forma que os fãs aceitam pagar valores exorbitantes para poder realizar o sonho de ver uma performance ao vivo de seus ídolos.

Dez anos depois, o Rock in Rio 2011 cobrava R$ 190 por dia.  Acredite, na época, os R$ 35 pagos eram considerados caros. Em 2008, quando estive em Los Angeles, paguei pouco mais de US$ 30 para ver um show do Cypress Hill no anfiteatro The Wiltern, que distava não menos que duas quadras da minha casa na cidade. O mesmo show, da mesma turnê, no ano seguinte, custou R$ 170 em São Paulo.

Para efeito de comparação
Rush (2002) - Maracanã - Entre R$ 60 e R$ 80
Rush (2010) - Apoteose - Entre R$ 220 e R$ 500

Rock in Rio (2001) - R$ 35
Rock in Rio (2011) – R$ 190

Pixies + 12 bandas (2004) - R$ 80
Planeta Terra (2010) - R$ 160
SWU (2010) - R$ 640

A-ha (2002) - Credicard hall (SP) - R$ 20 a R$ 120
A-ha (2009) - Citibank Hall (RJ) - R$ 70 a R$ 400

Há poucos dias, uma reportagem mostrou que o Rio era a cidade mais cara do mundo para ingressos. É o metro quadrado mais caro do Brasil, tem as refeições fora de casa mais caras do País, o metrô e o ônibus mais caros, os aluguéis mais altos na comparação com imóveis de mesma medida em outra capitais brasileiras enfim, não é surpresa que o muito bem feito levantamento revelasse o que qualquer morador da Cidade (outrora) Maravilhosa sabe: o Rio está caro, muito caro, e bem mais que São Paulo.

Um amigo londrino, para confirmar como o Rio está caro, afirmou que gastou mais na Cidade Maravilhosa do que gasta normalmente em Londres, o mesmo disse amigos de Paris, Bordeaux e Grenobre, assim como amigos de Tel Aviv e Jerusalém. A matéria em questão comparava o preço de ingressos do cantor Bob Dylan em 26 cidades ao redor do mundo. Sim, o Rio ganhou o Oscar de metrópole mais cara do mundo. Para ver o mestre na capital fluminense o fã deverá desembolsar quase US$ 275 (para os lugares mais baratos).

Esse é quase três vezes o valor do mesmo show na cidade de São Paulo para os lugares mais em conta. Adendo: em São Paulo, os lugares mais caros do show de Bob Dylan estão sendo vendidos por R$ 800.

O mesmo show de Bob Dylan

Rio de Janeiro: R$ 550
Salzburgo (Áustria): R$ 217
São Paulo: R$ 150
Berlim (Alemanha): R$ 134
Santiago (Chile): R$ 97
Buenos Aires (Argentina): R$ 83

16 de março de 2012

Ainda somos muitos conservadores

Foto: Sérgio Vieira



Apesar de já ter passado temporadas esporádicas no exterior, ainda fico admirado como nós brasileiros nos achamos super liberais diante de uma série de assuntos que mexem com a sociedade – sejam eles de apelo religiosos ou não – mas principalmente aqueles ligados ao corpo e sua exposição, o que mostra como ainda somos bastante conservadores com essas questões.

Morar no Rio de Janeiro garante, em várias oportunidades, gastar o inglês, espanhol e francês com mais frequência que na minha querida São Paulo fora de situações estritamente profissionais. Nas últimas semanas, conversas com franceses, espanhóis, italianos, canadenses, americanos, israelenses e até os aqui conhecidos como gélidos britânicos, me evidenciaram como a apresentação (e exibição) do corpo é tão mais natural a eles do que a nós tupiniquins.

Exemplo disso foi uma colega europeia - que não vou dizer a nacionalidade para que os amigos que leem o blog não a identifique assim tão facilmente - que ficou surpresa ao ouvir que não poderia fazer topless em Ipanema, durante um dia de semana - ou seja, não estava lotada - num calor de quase 33º . Afinal, não são todas as mulheres do mundo que adoram a marquinha do biquini.

- Não é de Ipanema que sai a maioria do que será tendência na moda carioca?
- Sim.
- E não posso fazer topless? É tão comum e natural na Europa.
- Desculpa, não pode. Não é costume, nem hábito nas praias cariocas.

Ela concordou (não podia fazer mesmo outra coisa) e a conversa seguiu rumos filosóficos passando por exposição do corpo no Carnaval e o quão difere a imagem externa da democracia ultraliberal brasileira e a realidade.

Lembrei-me dessa conversa, após ler o texto do colega Ivan Martins, da Época. (In)felizmente, o diálogo que tive com essa amiga europeia valida cada parágrafo do texto do Ivan.

9 de março de 2012

Tarsila do Amaral in Rio

Depois de 43 anos de ausência, a obra de Tarsila do Amaral desembarca no Rio de Janeiro para uma grande exposição que será inaugurada nesta segunda-feira n Centro Cultural do Banco do Brasil. “Tarsila do Amaral - Percurso Afetivo” foi idealizada a partir do diário escrito pela artista durante uma viagem à Europa com Oswald de Andrade, com quem ela foi casada. Por isso, embora reúna 85 trabalhos de todas as fases da pintora, a exposição não se prende à cronologia.


5 de novembro de 2011

"Fiz a maior burrice", diz Luciano sobre briga com Zezé

Dada a hora, não vou me alongar muito sobre a volta aos palcos da dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano - apesar de que pelo que se observou, eles nunca dele saíram..... Mas prometo detalhar-me sobre o assunto outra hora.

3 de novembro de 2011

Impressões de Malkovich sob o som de música clássica

Com ingressos esgotados, pouco mais de 2.200 pessoas - entre eles muitos atores e outros artistas brasileiros - estiveram na estreia da turnê brasileira de “The Infernal Comedy – Confissoes de um Serial Killer”, protagonizada pelo ator norte-americano John Malkovich, 57 anos, no Theatro Municipal.

Conhecido no Brasil pelo filme Quero Ser John Malkovich, sua performance na pele do assassino austríaco Jack Unterweger no tradicional palco carioca se mostrou tão excêntrica quanto seus papéis anteriores. O que não é exatamente novidade, já que Malkovich é conhecido por suas esquisitices.

Alternada por árias de Mozart, Vivaldi, Weber, Beethoven e Haydn, abrem-se as cortinas de The Infernal Comedy e o público se vê diante de uma orquestra barroca, sob a batuta do maestro Martin Haselbock para executar L’enfer (O Inferno), trecho de “Don Juan”, de Gluck.



Na tela em que o público acompanhou o ácido monólogo de John ora se lia o texto adiantado ora atrasado. Para aqueles que falam inglês, o ideal era esquecer qualquer forma extra de compreensão e seguir para as falas no idioma anglo-saxão. Afinal, Malkovich praticamente recitava o texto em inglês bastante compreensível até para aqueles que pararam o curso no nível médio.

Além disso, pareceu em diversos momentos que trocaram o técnico de iluminação minutos antes do espetáculo, pois a impressão é que ele estava perdido diante dos movimentos do protagonista. Pior: às vezes era possível ouvi-lo falando em seu rádio. Falhas de produção facilmente consertáveis para os próximos espetáculos em Salvador e em São Paulo.

Tirando estas questões, a grande surpresa ficou por conta das sopranos Marie Arnet e Kirsten Blaise – no Brasil, Blaise dividirá as apresentações com Sophie Klussman. Estas sim trouxeram energia e arrancaram aplausos da plateia (muito embora Malkovich tenha arrancado risos em muitas situações, caçoando de Los Angeles e do sotaque do ex-governador (austríaco) da Califórnia Arnold Schwarzenegger além dos cômicos improvisos em português ao falar João, bunda e o clássico obrigado.

De forma resumida, a originalidade com que o enredo da peça foi conduzido envolveu a plateia do Rio de Janeiro, mas a produção do espetáculo deixou a desejar em alguns momentos. Quem sabe isso não melhore em 2012, quando John Malcovich voltar ao Brasil no papel de Giacomo Casanova em "The Giacomo Variations", papel este que já está ensaiando.

Nota mental: se o Theatro Municipal passou por uma recente reforma, porque manter um telão tão antiquado e que dificulta a leitura? Não tinha um modelo mais moderno? Cri cri cri cri....

11 de maio de 2011

Oito mitos sobre o Rio de Janeiro

Praia de Botafogo
Foto: Sérgio Vieira


MITO: Você vai encontrar muitas praias de nudismo.

FATO: Nas praias do Rio de Janeiro podem ser observadas diminutas roupas de banho, mas fazer topless é ilegal, exceto na única praia da cidade onde o nudismo é permitido, Abricó.

MITO
: A taxa de criminalidade continua a subir.

FATO: Eu fui advertido repetidamente para evitar andar sozinho durante o dia e especialmente à noite, que os ladrões e outros criminosos ficam esperando em quase todas as esquinas. Na verdade, eu não acho o Rio mais perigoso do que qualquer outra capital importante que eu visitei.

E os índices de criminalidade do Rio têm diminuído, com 2.010 marcando a menor taxa de homicídio desde que se começou a fazer esta medição. E, se você comparar os roubos de veículos e homicídios em fevereiro de 2011 com os de 2010, cada crime caiu em pelo menos 14%.

Não admira: os policiais são motivados a manter o baixo índice de criminalidade - cada um recebe um bônus de 1.800 dólares se a sua região observar um declínio da criminalidade durante o ano.

Além disso, com a próxima da Copa do Mundo 2014 e Olimpíada de 2016, a cidade tem intensificado seus esforços de combater o crime por meio das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) mobilizados em favelas da cidade para combater o tráfico de drogas.

Confira mais no Huffington Post.

10 de maio de 2011

Como foi o massacre da Escola Municipal Tasso de Oliveira?


Vi muitos infográficos, mas este da Revista Época resume
com bastante apreço o que aconteceu naquela fatídica
manhã do dia 07 de abril.

25 de abril de 2011

O Boteco Reabre as Portas

Após exatos cinco meses, decidi retomar e escrever, novamente, com a assiduidade que antes possuia. Muita coisa mudou nesse período. E mudou para melhor.

Saí de Sampa, cidade que me sinto mais que a vontade, para o Rio de Janeiro - cidade que há muito tempo me sinto em casa. Sempre brinquei que "eu era o paulixxxxta mais carioca que eu conhecia", e agora mais que nunca pude comprovar o quanto esta cidade é maravilhosa.

Claro, agora o olhar é completamente outro. De turista frequente a morador permanente a visão muda e os defeitos, junto com outras virtudes, também aparecem. Outra hora posso elencar com mais detalhes esse novo olhar.

Mais que nunca, esse blog permite incluir textos pessoais, opinativos, sinceros e objetivos, no entanto, não exclui a possibilidade de postar textos mais distanciados, críticos, mais próximo do exercício jornalístico.

Por ora, o boteco reabre as portas com vontade de dizer o quanto o Rio de Janeiro me mudou (principalmente a quaalidade de vida), e também, sempre que possível, dizer quanta saudade sinto de São Paulo sempre que entro no metrô do Rio, vou a um restaurante ou mesmo procuro um serviço 24 horas. No momento, são os pontos que mais me irritam na cidade.

O primeiro por que é vergonhosamente caro para o serviço que disponibiliza, o segundo por que o serviço dos estabelecimentos dessa cidade deixa muito a desejar e o terceiro, mas não menos importante, falta uma cultura em disponibilizar serviços 24 horas. Mas isso não quer dizer que Sampa é perfeita, muito pelo contrário.

Mas mesmo assim, como diria Hemingway sobre Paris, só tenho uma coisa a dizer a respeito do Rio: "Rio é uma festa".


25 de novembro de 2010

Rio Pega Fogo

As imagens contam por si só a escalada da violência no Rio de Janeiro.














Para ver mais imagens, clique aqui.

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