23 de abril de 2013
19 de janeiro de 2013
11 de janeiro de 2013
Rio, destino número 1 em 2013 para o NYT
Com esta frase o jornal The New York Times abre matéria especial apontando o Rio de Janeiro na primeira posição entre os 46 destinos imperdíveis para o ano de 2013.A razão é simples: é melhor vir logo em 2013 "porque em 2014, o mundo inteiro vai estar lá!", diz o jornal.
Para explicar a escolha, cita ainda a Copa do Mundo de 2014, "os Jogos de Verão"* (Olimpíada de 2016), a abertura de uma série de museus ao longo deste ano e claro, a chegada de grifes estelares com a abertura do Village Mall (entre elas, a primeira loja Apple da América do Sul).
* Jogos de Verão é a forma norte-americana de se referir aos Jogos Olímpicos ou Olimpíada - eles usam esta forma porque, para os países que tem inverno rigoroso, a Olimpíada de Inverno é tão importante quanto a "Olimpíada de Verão".
Lista completa, aqui.
10 de janeiro de 2013
7 de janeiro de 2013
Rio, de tirar o fôlego
técnicas de time lapso e slow motion.
6 de dezembro de 2012
Niemeyer, o poeta das curvas do concreto
Leia o texto completo aqui.
13 de julho de 2012
Paulistices in Rio - como identificar paulistas na Cidade Maravilhosa
O Rio é uma das poucas cidades em que seus cidadãos têm raízes fortes com o bairro que vivem, de forma que o sotaque, a roupa, o modo de agir ou pensar - entre outros quesitos – entrega com pouca margem de erro a vizinhança da pessoa em questão.
Mas como bom paulistano, não há nada mais interessante que observar os “tipos” nas praias da capital fluminense. E não falo só dos tipos do Rio de Janeiro. Sem dúvida, entre mineiros, goianos, paranaenses, pernambucanos, capixabas e tantos outros gentilícios brasileiros, o mais “identificável” em uma multidão somos nós, os paulixxxtas. Peço desculpa pela segunda vez em menos de três parágrafos, mas nós paulistas somos muito bregas fora da nossa gaiola.
Vou enumerar em alguns pequenos pontos:
1 - Paulista vai para o Rio e acha que Corcovado e Pão de Açúcar são o mesmo morro: levanta a mão o primeiro paulista que nunca perguntou se o Cristo ficava no Corcovado ou no Pão de Açúcar?
2 – Paulista fica estressado com a demora do metrô: em média, o metrô do Rio de Janeiro - em dias úteis – leva entre 2 e 3 minutos para passar, tempo mais que suficiente para que qualquer paulista corte os pulsos, acostumados com os 90 segundos de diferença entre uma composição e outra. Pior, nos finais de semana, esse tempo no RJ pode chegar a 10 minutos, aí não tem paulista que aguente. E não adianta o Metrô Rio dizer que o tempo é menor, esse cálculo saiu de uma pesquisa informal que fiz utilizando o metrô por duas semanas consecutivas por volta do mesmo horário.
3 – Paulista se muda para a praia: a paulistada praticamente vai de mala e cuia pra areia. Cooler com cerveja, cadeira – porque paulista que é paulista não encosta na areia -, guarda-sol, toalha, canga, esteira, crianças (várias), bola de futebol, bola de vôlei, bola de frescobol, raquete, cartas para jogar truco e claro, seu shorts de praia, porque paulista que é paulista até tem sunga, mas usa por baixo do shorts.
4 – Paulista compra a praia toda: como não pode ir todos os dias para a praia, quando vai consome tudo que tem pelo caminho. O bixxcoito Globo, a esfiha árabe (completamente diferente da esfiha paulistana), o espetinho de camarão, a empadinha de carne seca, o Hareburger, a canga (que começa valendo cada uma R$ 30 e no fim leva duas por R$ 30), sem falar nas outras bugigangas.
5 – Paulista adora shopping: não adianta dizer que Botafogo é praticamente um grande cinema, paulista que é paulista quer urgentemente saber onde fica o cinema do shopping.
6 - Paulista vê fila e já vai entrando: não vou nem dar exemplo, paulista vê fila nem pergunta para o que é, “segue o fluxo” e depois questiona o que está fazendo ali há 25 minutos.
7 – Paulista odeia areia e entra de chinelo no mar: nem vem dizer que não, paulista vai até a beirada da água e pede para o colega (que odeia mar, nada mais paulista) para tomar conta do chinelo. Quando sai, fica incomodado com a quantidade de areia no pé e reclama do começo da tarde até a hora de ir embora de quem foi a ideia de ir pra praia.
8 – Paulista é exagerado: Já viu a quantidade de protetor solar que paulista passa? A mesma quantidade qualquer carioca passaria em pelo menos três pessoas.
9 – Paulista e o seu eterno assunto: o clima – Se puxou conversa sobre o tempo, é paulista. Enfrenta calor, frio, sol, chuva, tudo no mesmo dia, saí com três combinações de roupa uma por cima da outra e acha isso su-per-des-co-la-do.
10 – Paulista é rico: paulista sai no Rio e se acha rico: a cerveja é barata, a entrada na balada é barata, a comida é barata, o podrão é barato etc... Paulista acha tudo tão barato a ponto da corrida do táxi dar R$ 36 e ele entregar uma nota de R$ 50 e dizer: fica com o troco. Fato verídico.
velha capacidade de rir de nós mesmos.
6 de julho de 2012
29 de junho de 2012
Humanidade 2012
10 de junho de 2012
Pedra da Gávea
12 de abril de 2012
Rich Brazilians
Dez anos depois, o Rock in Rio 2011 cobrava R$ 190 por dia. Acredite, na época, os R$ 35 pagos eram considerados caros. Em 2008, quando estive em Los Angeles, paguei pouco mais de US$ 30 para ver um show do Cypress Hill no anfiteatro The Wiltern, que distava não menos que duas quadras da minha casa na cidade. O mesmo show, da mesma turnê, no ano seguinte, custou R$ 170 em São Paulo.
Para efeito de comparação
16 de março de 2012
Ainda somos muitos conservadores
Foto: Sérgio VieiraMorar no Rio de Janeiro garante, em várias oportunidades, gastar o inglês, espanhol e francês com mais frequência que na minha querida São Paulo fora de situações estritamente profissionais. Nas últimas semanas, conversas com franceses, espanhóis, italianos, canadenses, americanos, israelenses e até os aqui conhecidos como gélidos britânicos, me evidenciaram como a apresentação (e exibição) do corpo é tão mais natural a eles do que a nós tupiniquins.
Exemplo disso foi uma colega europeia - que não vou dizer a nacionalidade para que os amigos que leem o blog não a identifique assim tão facilmente - que ficou surpresa ao ouvir que não poderia fazer topless em Ipanema, durante um dia de semana - ou seja, não estava lotada - num calor de quase 33º . Afinal, não são todas as mulheres do mundo que adoram a marquinha do biquini.
- Não é de Ipanema que sai a maioria do que será tendência na moda carioca?
- Sim.
- E não posso fazer topless? É tão comum e natural na Europa.
- Desculpa, não pode. Não é costume, nem hábito nas praias cariocas.
Ela concordou (não podia fazer mesmo outra coisa) e a conversa seguiu rumos filosóficos passando por exposição do corpo no Carnaval e o quão difere a imagem externa da democracia ultraliberal brasileira e a realidade.
Lembrei-me dessa conversa, após ler o texto do colega Ivan Martins, da Época. (In)felizmente, o diálogo que tive com essa amiga europeia valida cada parágrafo do texto do Ivan.
9 de março de 2012
Tarsila do Amaral in Rio
5 de novembro de 2011
"Fiz a maior burrice", diz Luciano sobre briga com Zezé
3 de novembro de 2011
Impressões de Malkovich sob o som de música clássica
Com ingressos esgotados, pouco mais de 2.200 pessoas - entre eles muitos atores e outros artistas brasileiros - estiveram na estreia da turnê brasileira de “The Infernal Comedy – Confissoes de um Serial Killer”, protagonizada pelo ator norte-americano John Malkovich, 57 anos, no Theatro Municipal.
Conhecido no Brasil pelo filme Quero Ser John Malkovich, sua performance na pele do assassino austríaco Jack Unterweger no tradicional palco carioca se mostrou tão excêntrica quanto seus papéis anteriores. O que não é exatamente novidade, já que Malkovich é conhecido por suas esquisitices.
Alternada por árias de Mozart, Vivaldi, Weber, Beethoven e Haydn, abrem-se as cortinas de The Infernal Comedy e o público se vê diante de uma orquestra barroca, sob a batuta do maestro Martin Haselbock para executar L’enfer (O Inferno), trecho de “Don Juan”, de Gluck.
Na tela em que o público acompanhou o ácido monólogo de John ora se lia o texto adiantado ora atrasado. Para aqueles que falam inglês, o ideal era esquecer qualquer forma extra de compreensão e seguir para as falas no idioma anglo-saxão. Afinal, Malkovich praticamente recitava o texto em inglês bastante compreensível até para aqueles que pararam o curso no nível médio.
Além disso, pareceu em diversos momentos que trocaram o técnico de iluminação minutos antes do espetáculo, pois a impressão é que ele estava perdido diante dos movimentos do protagonista. Pior: às vezes era possível ouvi-lo falando em seu rádio. Falhas de produção facilmente consertáveis para os próximos espetáculos em Salvador e em São Paulo.
Tirando estas questões, a grande surpresa ficou por conta das sopranos Marie Arnet e Kirsten Blaise – no Brasil, Blaise dividirá as apresentações com Sophie Klussman. Estas sim trouxeram energia e arrancaram aplausos da plateia (muito embora Malkovich tenha arrancado risos em muitas situações, caçoando de Los Angeles e do sotaque do ex-governador (austríaco) da Califórnia Arnold Schwarzenegger além dos cômicos improvisos em português ao falar João, bunda e o clássico obrigado.
De forma resumida, a originalidade com que o enredo da peça foi conduzido envolveu a plateia do Rio de Janeiro, mas a produção do espetáculo deixou a desejar em alguns momentos. Quem sabe isso não melhore em 2012, quando John Malcovich voltar ao Brasil no papel de Giacomo Casanova em "The Giacomo Variations", papel este que já está ensaiando.
Nota mental: se o Theatro Municipal passou por uma recente reforma, porque manter um telão tão antiquado e que dificulta a leitura? Não tinha um modelo mais moderno? Cri cri cri cri....
11 de maio de 2011
Oito mitos sobre o Rio de Janeiro
FATO: Nas praias do Rio de Janeiro podem ser observadas diminutas roupas de banho, mas fazer topless é ilegal, exceto na única praia da cidade onde o nudismo é permitido, Abricó.
MITO: A taxa de criminalidade continua a subir.
FATO: Eu fui advertido repetidamente para evitar andar sozinho durante o dia e especialmente à noite, que os ladrões e outros criminosos ficam esperando em quase todas as esquinas. Na verdade, eu não acho o Rio mais perigoso do que qualquer outra capital importante que eu visitei.
E os índices de criminalidade do Rio têm diminuído, com 2.010 marcando a menor taxa de homicídio desde que se começou a fazer esta medição. E, se você comparar os roubos de veículos e homicídios em fevereiro de 2011 com os de 2010, cada crime caiu em pelo menos 14%.
Não admira: os policiais são motivados a manter o baixo índice de criminalidade - cada um recebe um bônus de 1.800 dólares se a sua região observar um declínio da criminalidade durante o ano.
Além disso, com a próxima da Copa do Mundo 2014 e Olimpíada de 2016, a cidade tem intensificado seus esforços de combater o crime por meio das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) mobilizados em favelas da cidade para combater o tráfico de drogas.
Confira mais no Huffington Post.10 de maio de 2011
Como foi o massacre da Escola Municipal Tasso de Oliveira?

com bastante apreço o que aconteceu naquela fatídica
manhã do dia 07 de abril.
25 de abril de 2011
O Boteco Reabre as Portas
Saí de Sampa, cidade que me sinto mais que a vontade, para o Rio de Janeiro - cidade que há muito tempo me sinto em casa. Sempre brinquei que "eu era o paulixxxxta mais carioca que eu conhecia", e agora mais que nunca pude comprovar o quanto esta cidade é maravilhosa.
Claro, agora o olhar é completamente outro. De turista frequente a morador permanente a visão muda e os defeitos, junto com outras virtudes, também aparecem. Outra hora posso elencar com mais detalhes esse novo olhar.
Mais que nunca, esse blog permite incluir textos pessoais, opinativos, sinceros e objetivos, no entanto, não exclui a possibilidade de postar textos mais distanciados, críticos, mais próximo do exercício jornalístico.
Por ora, o boteco reabre as portas com vontade de dizer o quanto o Rio de Janeiro me mudou (principalmente a quaalidade de vida), e também, sempre que possível, dizer quanta saudade sinto de São Paulo sempre que entro no metrô do Rio, vou a um restaurante ou mesmo procuro um serviço 24 horas. No momento, são os pontos que mais me irritam na cidade.
O primeiro por que é vergonhosamente caro para o serviço que disponibiliza, o segundo por que o serviço dos estabelecimentos dessa cidade deixa muito a desejar e o terceiro, mas não menos importante, falta uma cultura em disponibilizar serviços 24 horas. Mas isso não quer dizer que Sampa é perfeita, muito pelo contrário.
Mas mesmo assim, como diria Hemingway sobre Paris, só tenho uma coisa a dizer a respeito do Rio: "Rio é uma festa".
25 de novembro de 2010
Rio Pega Fogo












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