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8 de março de 2013

Burgundy

Vivendo e aprendendo. Acabei de conhecer a cor "burgundy". 
Claro que na minha humilde opinião a cor "vinho" resolveria a questão...

11 de janeiro de 2013

Rio, destino número 1 em 2013 para o NYT

"Cinquenta e três anos depois de o governo federal do Brasil fugir para Brasília, e décadas depois de São Paulo assumir como capital de negócios do país, o Rio está promovendo um retorno".

Com esta frase o jornal The New York Times abre matéria especial apontando o Rio de Janeiro na primeira posição entre os 46 destinos imperdíveis para o ano de 2013.A razão é simples: é melhor vir logo em 2013 "porque em 2014, o mundo inteiro vai estar lá!", diz o jornal.

Para explicar a escolha, cita ainda a Copa do Mundo de 2014, "os Jogos de Verão"* (Olimpíada de 2016), a abertura de uma série de museus ao longo deste ano e claro, a chegada de grifes estelares com a abertura do Village Mall (entre elas, a primeira loja Apple da América do Sul).

* Jogos de Verão é a forma norte-americana de se referir aos Jogos Olímpicos ou Olimpíada - eles usam esta forma porque, para os países que tem inverno rigoroso, a Olimpíada de Inverno é tão importante quanto a "Olimpíada de Verão".

Lista completa, aqui.

21 de dezembro de 2012

FIM DO MUNDO




Fim do mundo na versão francesa.
Pô, vou precisar de um protetor bonzaço da L´óreal fator 5 mil....

23 de agosto de 2012

Jornalismo x Nelson Rodrigues

Quando o jornalismo inova, todos ganham. Sensacional a capa do Diário de Pernambuco homenageando o centenário de Nelson Rodrigues.



Aproveitando a oportunidade, pela primeira vez uma peça de Nelson Rodrigues será adaptada para o teatro de animação. 

A “Valsa nº 6”, monólogo escrito em 1951, apresenta uma jovem assassinada aos quinze anos que tenta se lembrar do que aconteceu. As imagens chegam aos pedaços e ela vai reconstituindo o passado, ainda recente. 

A montagem da Companhia Teatro Portátil, com direção de Alexandre Boccanera, estreará no dia 13 de setembro, no CCBB Rio - espaço ímpar na cidade e que desbancou o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, como o museu que mais recebe visitantes do Brasil. A temporada será de quarta a domingo, às 19h30.

SERVIÇO
VALSA Nº6
Estreia 13 de setembro de 2012, às 19h30. Até 21 de outubro de 2012.
De quarta a domingo, às 19h30.
Centro Cultural Banco do Brasil - Teatro I
R. Primeiro de Março 66, Centro.
Tel.: (21) 3808-2020 Bilheteria: de terça a domingo, das 10h às 21h.
Classificação etária: 14 anos
Duração: 50 min
Ingressos: R$6 (inteira) e R$ 3 (meia)

22 de agosto de 2012

La Restauradora del Ecce Homo



Cecilia Gimenez é uma simpática senhora de 80 anos e se não fosse a boa vontade e a proatividade, jamais teria ficado famosa no mundo inteiro. Moradora da cidade de Borja, em Zaragoza, no Nordeste da Espanha, ela decidiu restaurar por conta própria o afresco Ecce Homo. E segundo Esperanza Giménez Zueco, irmã de Cecília, ela já teria restaurado a obra anteriormente, há pelo menos quatro anos. 

- Ela fez com toda a boa fé, só quis dar um pouco de cor já que a igreja está em más condições. Há goteiras e o Cristo estava se deteriorando”. 

A obra, de autoria do artista Elias Garcia Martinez, data do século XIX e estava em Borja por ter sido justamente um presente conferido pelo autor à localidade onde costumava passar férias. Ele teria levado apenas duas horas para fazê-la e embora não tenha muito valor econômico – nem mesmo artístico – o quadro se converteu no maior acontecimento midiático do verão espanhol após a peculiar restauração. 

Segundo a simpática senhora, ela achou que a “tinta estava muito desgatada e necessitava de reparos”. Ela afirma ainda que procurou o pároco da igreja e que este havia autorizado a tal restauração. Apesar do evidente desastre na tentativa de restaurar a obra, restauradores profissionais afirmaram que vão tentar reverter os estragos. 

“La Restauradora”, como os meios de comunicação estão chamado a senhora, foi convocada a responder diante das autoridades sobre o acontecimento. Diante de toda a polêmica e das risadas – no meu caso, são quase 72 horas contínuas rindo só de pensar no quadro – a pergunta que não quer calar é porque uma senhora decide restaurar um quadro e o padre a autoriza!?


De qualquer forma, detalhe para as seguintes características da obra restaurada: 
- o black power da versão século XXI; 
 - a boca com preenchimento a la Angelina Jolie; 
- O flip downside no pergaminho. Na versão restaurada, a senhora desenhou a parte de baixo do pergaminho. Licença poética mais-que-justificável!! 

Detalhe: está rolando na Espanha uma petição para que a obra NÃO SEJA RESTAURADA POR PROFISSIONAIS. A alegação é que agora o turismo na cidade de Borja vai aumentar e que Cecilia Gimenez deveria até "receber a medalha da cidade por existirem pessoas até à China a falar dela". 

Definitivamente, está é a história de 2012. Dificilmente algo vai superar. Se eu fosse da produção do CQC ou do Pânico, iria agora entrevistar esta senhora.

14 de agosto de 2012

Marte em 360 graus

O jipe-robô Curiosity está em Marte já faz mais de uma semana, período em que já fez um total de 1.054 fotos, mas apenas um terço delas foi enviada para a Terra, segundo a NASA (Agência Espacial Norte Americana).

Há menos de 48 horas, ele trocou as fotografias de baixa qualidade por imagens em alta resolução - e assim deu a chance para que artistas mundo afora trabalhasse esse material com mais profundidade. Um deles foi Andrew Bodrov, que organizou as imagens e as disponibilizou neste link.



11 de julho de 2012

Primeira imagem na internet completa 20 anos


A imagem marcante foi feita em 18 de julho de 1992, por Silvano de Gennaro, e está prestes a completar 20 anos que foi postada na web. Silvano era um desenvolvedor de TI da CERN e foi postada por seu colega, Sir Tim Berners-Lee, o cientista da computação britânico que criou a World Wide Web (o que chamamos de internet).
A imagem "promocional", tirada no Festival de Música Hardronic - um "festival de rock" anual realizado em um clube de música dentro do laboratório com sede em Genebra, Suíça, mostra o grupo posando em trajes dos anos 1950 pouco antes de elas saírem do palco.

10 de julho de 2012

O Batman não pode voar com sua capa



Os cálculos parecem sérios.
O sujeito, ele mesmo, é um pouco menos. Enquanto um novo capítulo do Batman se prepara para estrear nos cinemas, os estudantes da Universidade de Leicester mancham o mito dizendo em voz alta - com o apoio de seno, cosseno e raízes quadradas - que o Homem-morcego não pode voar.

Com o modelo de capa que ele usa no filme Batman Begins, diz o estudo entitulado "Trajetória de uma queda do Batman", o herói dos quadrinhos está exposto a um choque letal à chegada ao chão cada vez que ele pula de um prédio. Devido a uma velocidade muito elevada obtida durante a sua queda, ele seria efetivamente atingido por um impacto equivalente ao de um carro a 80 km / h.

Leia a íntegra no site do Le Monde.

22 de maio de 2012

Brasil degusta seu trunfo culinário

D.O.M. significa Domus Optimus Maximus. É um nome simbólico da consciência coletiva dos cozinheiros brasileiros, agora, com reconhecimento internacional, ganham uma desculpa para pedir o apoio das autoridades (como no Peru, onde a culinária é uma questão de Estado).

A injeção de otimismo veio em 30 de Abril. Alex Atala chegou com seu D.O.M., em São Paulo, á quarta posição na lista de melhor do mundo da revista Restaurant. O Paulista Mani, comandado por Helena Rizzo e Dani Redondo, subiu 20 pontos para a 51ª posição e a chef Roberta Sudbrack entrou no 71º lugar com o seu restaurante homônimo no Rio de Janeiro.

"A culinária brasileira está crescendo e amadurecendo. Faz parte deste movimento  o otimismo que abraça o país e manifesta de forma luminosa o mecanismo de profecia autorrealizável", diz o correspondente do jornal El Pais no Rio de Janeiro Juan Arias.

Leia a versão completa no El Pais. 

28 de março de 2012

“Os brasileiros estão rolando no dinheiro”


Com destaque na capa do New York Times, o trabalho do SESC foi classificado como único, dada a forma pela qual seu orçamento se origina e pelo perfil da entidade. E mais, o periódico afirma que a instituição é responsável por dividir a riqueza por meio de atividades sociais e culturais.

Quem ler o artigo verá que o crescimento de 10% anual não só faz o diretor-geral enfrentar o desafio ímpar de encontrar frequentemente projetos para investir enquanto centros clássicos irradiadores de cultura enfrentam justamente o problema oposto: como arranjar verba para seus projetos.

Curioso é o exemplo “nada lucrativo’ citado pela publicação. O SESC contratou um musicólogo grego para gravar CDs com composições que estavam em mosteiros brasileiros há quase 300 anos.

Embora não seja assim tão real como diz a reportagem, uma das entrevistadas conta que a razão para o bom desempenho do Sesc é por que "os brasileiros estão nadando em dinheiro". Será mesmo?


9 de março de 2012

Tarsila do Amaral in Rio

Depois de 43 anos de ausência, a obra de Tarsila do Amaral desembarca no Rio de Janeiro para uma grande exposição que será inaugurada nesta segunda-feira n Centro Cultural do Banco do Brasil. “Tarsila do Amaral - Percurso Afetivo” foi idealizada a partir do diário escrito pela artista durante uma viagem à Europa com Oswald de Andrade, com quem ela foi casada. Por isso, embora reúna 85 trabalhos de todas as fases da pintora, a exposição não se prende à cronologia.


2 de novembro de 2011

Keep Walking, Brazil

"No início dos tempos, na parte sul das Américas, habitava um gigante. Um dos poucos que andavam sobre a Terra. Gigante pela própria natureza, e sendo natureza ele próprio, era feito de rochas, terra e matas, que moldavam sua figura. Pássaros e bichos pousavam e viviam em seu corpo e rios corriam em suas veias. Era como um imenso pedaço de paisagem que andava e tinha vontade própria”.

Assim começa o texto criado pela Johnny Walker para a campanha Keep Walking Brazil, feita no Brasil pela primeira vez na história da marca. Criada pela Neogama/BBH, o filme enaltece o momento pelo qual passa a economia do país.

O parágrafo acima entre aspas é a primeira parte do texto intitulado Gigante Pela Própria Natureza, uma clara alusão ao hino brasileiro (hino este já eleito em enquetes internacionais o segundo mais bonito do mundo, perdendo apenas para a clássica A Marselhesa, hino francês).

Este é um sinal claro da importância que o Brasil ganhou no mundo a ponto das marcas, que antes produziam campanhas internacionais e as reproduziam no país sem qualquer traço regional, hoje deslocarem imensas quantias para desenvolverem propagandas exclusivas para o público brasileiro.

Não é à toa. O país conta com invejável perspectiva de crescimento por pelo menos 30 anos se baseada apenas na mão de obra disponível graças à sua população jovem. O Brasil deixou, já há muito tempo, a crise de outubro de 2008, vide o mercado imobiliário, que se encontra no patamar verificado no 3º trimestre de 2008.

O mercado brasileiro está tão cobiçado que a revista The Economist realizou em São Paulo seminário para discutir o crescimento do país. Enquanto os países desenvolvidos - Europa, Japão e Estados Unidos - mostram claros sinais de que não sabem como resolver a crise que assola suas economias, o Brasil precisa desacelerar seu crescimento e evitar que volte o velho fantasma da inflação. Todos os países do Norte adorariam estar no lugar do Brasil.


Abaixo, a continuação do texto Gigante Pela Própria Natureza.

‘“Caminhava com passadas vastas como vales e tinha a estatura de montanhas sobrepostas. Ao norte, em seu caminho, encontrava sol quente e brilhante nas quatro estações do ano. Ao sul, planaltos infindáveis. A oeste, planícies e terras cheias de diversidade. E a leste, quilômetros e quilômetros de praias onde o mar tocava a terra gentilmente, desde sempre. Havia também uma floresta como nenhuma outra no planeta. Tão grande, verde e viva que funcionava como o pulmão de todo o continente à sua volta.

Mesmo diante de tudo isso, um dia, enquanto caminhava, o gigante se inquietou. Parou então à beira-mar e ali, entre as águas quentes do Atlântico e uma porção de terra que subia em morros, deitou-se. E, deitado nesse berço esplêndido, olhou para o céu azul acima se perguntando: “O que me faz gigante?“.

Em seguida, imaginando respostas, caiu em sono profundo.Por eras, que para os gigantes são horas, ele dormiu. Seu corpo gigantesco estirado, o joelho dobrado formando um grande monte, uma rocha imensa denunciando seu torso titânico e a cabeça indizível, coberta de árvores e limo.

Dormiu até se tornar lenda no mundo. Uma lenda que dizia que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro.

No entanto, com o passar do tempo ficou claro que nem mesmo as lendas devem dizer “nunca”. Depois de muito sonhar com a pergunta sobre si, o gigante finalmente despertou com a resposta.

Acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte. Tirou então um dos pés do chão e, adentrando o mar, deu um primeiro passo. Um passo decidido em direção ao mundo lá fora para encontrar seu destino. Agora sabendo que o que o faz um gigante não é seu tamanho, mas o tamanho dos passos que dá”’.

Assista ao vídeo:


31 de outubro de 2011

Pop à moda portuguesa



Formada por Sónia Tavares (vocais), Nuno Gonçalves (teclados), John Gonçalves (teclados e baixo) e Miguel Ribeiro (guitarra e baixo), a banda portuguesa The Gift faz um som marcadamente pop, e chama a atenção por conter traços facilmente identificáveis da sonoridade lusitana.

O grupo se apresentou recentemente ao público do palco Sunset do Rock in Rio e nos Estados Unidos. Depois dos palcos do festival carioca, a banda se apresentou no Teatro Odisseia, local da Lapa famoso não só pela frequência, digamos mais "hipponga", mas que reserva uma surpresa semanal.

Embora portugueses, não é na última flor do Lácio que o público da banda se diverte. O grupo canta em inglês, mas não porque queria atingir um público maior - fato este inegável - mas principalmente por conta das suas influências musicais.

A banda já vendeu mais de 100 mil cópias dos álbuns Fácil de Entender (2006) em vários países. Em 2006, fizeram seus primeiros shows no Brasil tocando no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e no Festival Porto Musical, em Recife.

Recentemente, a banda assinou contrato com a americana Billions, agência de música alternativa/ independente que conta com nomes como Nick Cave, Vampire Weekend, Arcade Fire, Beirut, estes últimos, fuguras conhecidas no Brasil.

Seu novo trabalho Explode foi produzido por Ken Nelson, produtor dos três primeiros álbuns do Coldplay. Este trabalho contou com a conhecida estratégia Radiohead: foi disponibilizado no site da banda, ao preço que o consumidor desejasse pagar por uma semana.

Assista ao vídeo the Race is Long:




17 de maio de 2011

Quem perdeu o controle?


Na ópera I Pagliacci, de Leoncavallo, uma trupe de atores chega para apresentar uma comédia num povoado de uma pequena província italiana. Na apresentação, há um triângulo amoroso entre Colombina, Pagliaccio e Arlecchino, que espelha outro triângulo entre intérpretes desses personagens – a tal ponto que a “ficção” da comédia começa a se embaralhar com a “realidade” dos atores. Essa ópera é um exercício de metalinguagem, de cena dentro da cena. Um jogo curioso, por jogar um holofote no mundo privado dos criadores.

Lançaram mão desse recurso artistas de todas as áreas, na literatura de Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade, na pintura de Munch e Velásquez, no cinema de Woody Allen, Hitchcock e Kurosawa. A metalinguagem é um caminho desejado pelo autor para se colocar um pouco mais ao olhar do outro, derrubando essa fronteira, chegando mais perto. Eu sou fã desse movimento e me divirto me sentindo cúmplice dessa íntima exposição.

Ótimo texto do Fábio Assunção para a Trip.

15 de outubro de 2010

A Terra do espaço

Faz tempo, mas só agora vi imagens postadas por um astronauta japonês do espaço, com direito a Rio Negro e Solimões e fotos do Rio de Janeiro.

Brasília


Terra do alto

Tóquio

Rio de Janeiro


Encontro do Rio Negro com Rio Solimões

Vulcão Sakurajima, ativo no Japão desde 1914

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