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23 de março de 2012
2 de novembro de 2011
Keep Walking, Brazil
"No início dos tempos, na parte sul das Américas, habitava um gigante. Um dos poucos que andavam sobre a Terra. Gigante pela própria natureza, e sendo natureza ele próprio, era feito de rochas, terra e matas, que moldavam sua figura. Pássaros e bichos pousavam e viviam em seu corpo e rios corriam em suas veias. Era como um imenso pedaço de paisagem que andava e tinha vontade própria”.Assim começa o texto criado pela Johnny Walker para a campanha Keep Walking Brazil, feita no Brasil pela primeira vez na história da marca. Criada pela Neogama/BBH, o filme enaltece o momento pelo qual passa a economia do país.
O parágrafo acima entre aspas é a primeira parte do texto intitulado Gigante Pela Própria Natureza, uma clara alusão ao hino brasileiro (hino este já eleito em enquetes internacionais o segundo mais bonito do mundo, perdendo apenas para a clássica A Marselhesa, hino francês).Este é um sinal claro da importância que o Brasil ganhou no mundo a ponto das marcas, que antes produziam campanhas internacionais e as reproduziam no país sem qualquer traço regional, hoje deslocarem imensas quantias para desenvolverem propagandas exclusivas para o público brasileiro.
Não é à toa. O país conta com invejável perspectiva de crescimento por pelo menos 30 anos se baseada apenas na mão de obra disponível graças à sua população jovem. O Brasil deixou, já há muito tempo, a crise de outubro de 2008, vide o mercado imobiliário, que se encontra no patamar verificado no 3º trimestre de 2008.O mercado brasileiro está tão cobiçado que a revista The Economist realizou em São Paulo seminário para discutir o crescimento do país. Enquanto os países desenvolvidos - Europa, Japão e Estados Unidos - mostram claros sinais de que não sabem como resolver a crise que assola suas economias, o Brasil precisa desacelerar seu crescimento e evitar que volte o velho fantasma da inflação. Todos os países do Norte adorariam estar no lugar do Brasil.

Abaixo, a continuação do texto Gigante Pela Própria Natureza.
‘“Caminhava com passadas vastas como vales e tinha a estatura de montanhas sobrepostas. Ao norte, em seu caminho, encontrava sol quente e brilhante nas quatro estações do ano. Ao sul, planaltos infindáveis. A oeste, planícies e terras cheias de diversidade. E a leste, quilômetros e quilômetros de praias onde o mar tocava a terra gentilmente, desde sempre. Havia também uma floresta como nenhuma outra no planeta. Tão grande, verde e viva que funcionava como o pulmão de todo o continente à sua volta.
Mesmo diante de tudo isso, um dia, enquanto caminhava, o gigante se inquietou. Parou então à beira-mar e ali, entre as águas quentes do Atlântico e uma porção de terra que subia em morros, deitou-se. E, deitado nesse berço esplêndido, olhou para o céu azul acima se perguntando: “O que me faz gigante?“.
Em seguida, imaginando respostas, caiu em sono profundo.Por eras, que para os gigantes são horas, ele dormiu. Seu corpo gigantesco estirado, o joelho dobrado formando um grande monte, uma rocha imensa denunciando seu torso titânico e a cabeça indizível, coberta de árvores e limo.
Dormiu até se tornar lenda no mundo. Uma lenda que dizia que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro.
No entanto, com o passar do tempo ficou claro que nem mesmo as lendas devem dizer “nunca”. Depois de muito sonhar com a pergunta sobre si, o gigante finalmente despertou com a resposta.
Acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte. Tirou então um dos pés do chão e, adentrando o mar, deu um primeiro passo. Um passo decidido em direção ao mundo lá fora para encontrar seu destino. Agora sabendo que o que o faz um gigante não é seu tamanho, mas o tamanho dos passos que dá”’.
‘“Caminhava com passadas vastas como vales e tinha a estatura de montanhas sobrepostas. Ao norte, em seu caminho, encontrava sol quente e brilhante nas quatro estações do ano. Ao sul, planaltos infindáveis. A oeste, planícies e terras cheias de diversidade. E a leste, quilômetros e quilômetros de praias onde o mar tocava a terra gentilmente, desde sempre. Havia também uma floresta como nenhuma outra no planeta. Tão grande, verde e viva que funcionava como o pulmão de todo o continente à sua volta.
Mesmo diante de tudo isso, um dia, enquanto caminhava, o gigante se inquietou. Parou então à beira-mar e ali, entre as águas quentes do Atlântico e uma porção de terra que subia em morros, deitou-se. E, deitado nesse berço esplêndido, olhou para o céu azul acima se perguntando: “O que me faz gigante?“.
Em seguida, imaginando respostas, caiu em sono profundo.Por eras, que para os gigantes são horas, ele dormiu. Seu corpo gigantesco estirado, o joelho dobrado formando um grande monte, uma rocha imensa denunciando seu torso titânico e a cabeça indizível, coberta de árvores e limo.
Dormiu até se tornar lenda no mundo. Uma lenda que dizia que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro.
No entanto, com o passar do tempo ficou claro que nem mesmo as lendas devem dizer “nunca”. Depois de muito sonhar com a pergunta sobre si, o gigante finalmente despertou com a resposta.
Acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte. Tirou então um dos pés do chão e, adentrando o mar, deu um primeiro passo. Um passo decidido em direção ao mundo lá fora para encontrar seu destino. Agora sabendo que o que o faz um gigante não é seu tamanho, mas o tamanho dos passos que dá”’.
Assista ao vídeo:
26 de fevereiro de 2010
Qual você prefere: "Quem sabia que o Brasil era tão hipócrita" ou "Será Paris Hilton sexy demais para o Brasil?"
Depois de uma excelente campanha viral denominada Bem Misteriosa, mostrando uma loira por trás de uma maçaneta, o Grupo Schincariol e a agência de propaganda Mood ousaram ao extreme ( ou como diriam nossos amigos norte-americanos, foram breathtakingly over the top!). Colocaram a mais "devassa" das loiras para estrear o comercial que lançaria a nova cerveja "Devassa-Bem Loura" e, ao que tudo indica, dividiram opiniões.
A polêmica parece que correu o mundo e chegou a Nova York. Sob o título "Será Paris Hilton sexy demais para o Brasil", a reportagem do Advertising Age - especializado em propaganda - comenta sobre a repercussão gerada em terras tupiniquins com a presença da loiríssima Paris Hilton no comercial da cerveja.
O Conselho de Autorregulação Publicitária (Conar) abriu três ações abertas para verificar as suspostas violações das regras para campanha de bebidas alcóolicas, alegando apelo sexual excessivo. Sem dúvida, os processos geraram reação imedita por parte da própriapiranha socialite, de blogueiros, de twiteiros e até da imprensa norte-americana.

O AdRants, site especializado em idades, ironizou o Brasil na matéria "Paris Hilton and her black mini-dress too hot fro Brazil" afirmando que isso não pdoeria vir de um local "onde o corpo reina absoluto". O portal da revista USMagazine também repercutiu o assunto. A loita também comenou a história: "Are they talking serious? Too ridiculous".
O melhor dessa história são os comentários na matéria do Advertising Age - Quem sabia que os brasileiros são tào hipócritas?, comentou um leitor da Atlanta. outro, indignado, afirma: "Qualquer um que conhece o Brasil ou que já esteve lá sabe que este comercial é inofensivo perto das cenas exibidas em suas telenovelas em horário nobre", diz outro da Carolina do Norte.
Mas o prêmio "comentário da noite" vai para nosso amigo Romeo, da Filadélfia: "Onde posso comprar Devassa nos Estados Unidos?"
Confira também as duas devassas...
A polêmica parece que correu o mundo e chegou a Nova York. Sob o título "Será Paris Hilton sexy demais para o Brasil", a reportagem do Advertising Age - especializado em propaganda - comenta sobre a repercussão gerada em terras tupiniquins com a presença da loiríssima Paris Hilton no comercial da cerveja.
O Conselho de Autorregulação Publicitária (Conar) abriu três ações abertas para verificar as suspostas violações das regras para campanha de bebidas alcóolicas, alegando apelo sexual excessivo. Sem dúvida, os processos geraram reação imedita por parte da própria

O melhor dessa história são os comentários na matéria do Advertising Age - Quem sabia que os brasileiros são tào hipócritas?, comentou um leitor da Atlanta. outro, indignado, afirma: "Qualquer um que conhece o Brasil ou que já esteve lá sabe que este comercial é inofensivo perto das cenas exibidas em suas telenovelas em horário nobre", diz outro da Carolina do Norte.
Mas o prêmio "comentário da noite" vai para nosso amigo Romeo, da Filadélfia: "Onde posso comprar Devassa nos Estados Unidos?"
Confira também as duas devassas...
29 de agosto de 2008
Todo lugar é lugar pra se ganhar dinheiro
Publicidade é aquele negócio, não tem hora nem lugar. Mas essas chutaram o pau da barraca!!! Até as esteiras do aeroporto entraram na onda! Eta Publicitário raça capitalista!!! :P
Absorvente sempre fino
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