Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

24 de agosto de 2012

Dilma e o poder

A revista Forbes colocou a presidente Dilma Rousseff em 3ºlugar no ranking anual das mulheres mais poderosa do mundo. Esta é o segundo ano consecutivo que a presidente está no topo da lista do dominada por políticas, empresárias e personalidades da mídia.
Na primeira posição, novamente, encontra-se a chanceler alemã, seguida da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, numa repetição das três primeiras colocadas do ano passado. No entanto, a presidente brasileira foi a escolhida para estampar a capa da publicação.


26 de julho de 2012

A capa da semana - O vôo da Espanha

A Espanha pode estar escorada por um tempo,
mas seus problemas conter uma lição alarmante para a zona euro inteira


As notícias sobre a economia espanhola em queda e a capa sensacional da revista The Economist dão o tom do sentimento europeu com relação aos próximos capítulos. Os piores pesadelos são aquelas dos quais você não pode acordar. Basta perguntar a Espanha. Há um ano o custo dos empréstimos do governo espanhol disparou com o contágio da crise do euro se espalhando após Grécia, Irlanda e Portugal. O pânico parecia diminuir com a intervenção do banco central e a promessa de uma reforma no governo de Madrid.

Para conferir a matéria na íntegra, siga para o site da The Economist.

12 de abril de 2012

Rich Brazilians

Quando fui a primeira vez ao Rock in Rio paguei inacreditáveis R$ 35 para ver um dos dias do festival. Isso foi em 2001. É claro que, dependendo do artista presente, todos vão ao show porque a chance de vê-lo novamente são pequenas - na maioria dos casos - de forma que os fãs aceitam pagar valores exorbitantes para poder realizar o sonho de ver uma performance ao vivo de seus ídolos.

Dez anos depois, o Rock in Rio 2011 cobrava R$ 190 por dia.  Acredite, na época, os R$ 35 pagos eram considerados caros. Em 2008, quando estive em Los Angeles, paguei pouco mais de US$ 30 para ver um show do Cypress Hill no anfiteatro The Wiltern, que distava não menos que duas quadras da minha casa na cidade. O mesmo show, da mesma turnê, no ano seguinte, custou R$ 170 em São Paulo.

Para efeito de comparação
Rush (2002) - Maracanã - Entre R$ 60 e R$ 80
Rush (2010) - Apoteose - Entre R$ 220 e R$ 500

Rock in Rio (2001) - R$ 35
Rock in Rio (2011) – R$ 190

Pixies + 12 bandas (2004) - R$ 80
Planeta Terra (2010) - R$ 160
SWU (2010) - R$ 640

A-ha (2002) - Credicard hall (SP) - R$ 20 a R$ 120
A-ha (2009) - Citibank Hall (RJ) - R$ 70 a R$ 400

Há poucos dias, uma reportagem mostrou que o Rio era a cidade mais cara do mundo para ingressos. É o metro quadrado mais caro do Brasil, tem as refeições fora de casa mais caras do País, o metrô e o ônibus mais caros, os aluguéis mais altos na comparação com imóveis de mesma medida em outra capitais brasileiras enfim, não é surpresa que o muito bem feito levantamento revelasse o que qualquer morador da Cidade (outrora) Maravilhosa sabe: o Rio está caro, muito caro, e bem mais que São Paulo.

Um amigo londrino, para confirmar como o Rio está caro, afirmou que gastou mais na Cidade Maravilhosa do que gasta normalmente em Londres, o mesmo disse amigos de Paris, Bordeaux e Grenobre, assim como amigos de Tel Aviv e Jerusalém. A matéria em questão comparava o preço de ingressos do cantor Bob Dylan em 26 cidades ao redor do mundo. Sim, o Rio ganhou o Oscar de metrópole mais cara do mundo. Para ver o mestre na capital fluminense o fã deverá desembolsar quase US$ 275 (para os lugares mais baratos).

Esse é quase três vezes o valor do mesmo show na cidade de São Paulo para os lugares mais em conta. Adendo: em São Paulo, os lugares mais caros do show de Bob Dylan estão sendo vendidos por R$ 800.

O mesmo show de Bob Dylan

Rio de Janeiro: R$ 550
Salzburgo (Áustria): R$ 217
São Paulo: R$ 150
Berlim (Alemanha): R$ 134
Santiago (Chile): R$ 97
Buenos Aires (Argentina): R$ 83

20 de março de 2012

Terremoto no México

Fonte: CNN


Um terremoto de 7,8 graus na escala Richter atingiu a Cidade do México nesta terça-feira (20). Até a hora da publicação deste post, não havia sido registrada nenhuma vítima grave, somentehavia sido relatada a queda de uma ponte sobre um microônibus na região de Azcapotzalco.

O único fenômeno registrado minutos após o tremor foi a alta generalizada das ações das construtoras mexicanas, impulsionadas pela perspectiva de reconstrução pós-terremoto. Welcome to the capitalist world.

17 de março de 2012

“Brasil é um conto de fadas para europeus e americanos”

Engraçado como em pouco mais de quinze anos a imagem das nações se invertem. Antes, era o México que podia se vangloriar, já que estava muito bem aos olhos do mundo enquanto a economia brasileira derrapava, possuia índices nada elogiosos de violência e (ainda) corrupção.

Interessante o artigo do El Pais, mostrando a atual rivalidade México – Brasil e mais, que aos olhos dos “americanos e europeus, o Brasil é um conto de fadas”.

Resta saber até quando seremos o “país do futuro”....

26 de abril de 2011

Infográficos

O IG, ao lado do Estadão, possui infográficos a altura das artes do El Pais, que são considerados os melhores do mundo. Aliás, engraçado como um jornal fundado em 1976 conseguiu em tão pouco tempo adquirir a influência e o prestígio que o periódico espanhol possui.

Embora este seja simples, é um bom exemplo do que o IG tá fazendo.

Pra ver mais, é só clicar aqui.



26 de outubro de 2010

A nova classe média e o turismo

A perspectiva para o crescimento da economia brasileira nos próximos anos está mudando as estratégias de todos os segmentos, entre eles o de turismo: a procura por pacotes e serviços turísticos entre os meses de janeiro a setembro de 2010 deverá subir cerca de 21% na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado consta de pesquisa recente da Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens) para 2010. Continua aqui.

Lá vem ela de novo


Classe C cria novo perfil de consumo

Nova classe média procura produtos saudáveis, serviços rápidos e claro, diversão

Sérgio Vieira, do R7, no Rio

Os consumidores da classe C sabem o que querem, apesar de terem entrado no mercado consumidor há pouco tempo: buscam produtos e serviços que ofereçam adicionais para a saúde, pensam na sustentabilidade, adquirem dezenas de produtos alimentícios das mais variadas formas e sabores, buscam rapidez no atendimento e, claro, diversão. É o que mostra a pesquisa Brasil Food Trends 2020. Continua aqui.


E a nova classe média gasta viu....

Material de construção e eletrodomésticos
impulsionam vendas do comércio em setembro

Melhora na renda da classe C alterou padrão de consumo do brasileiro

Sérgio Vieira, do R7, no Rio

As vendas no comércio brasileiro cresceram 7,9% em setembro de 2010, na comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com o IAV (Índice Antecedente de Vendas), estudo realizado mensalmente pelo IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo). O valor é superior à prévia de 7,4% divulgada pela entidade, o que demonstra que o otimismo do setor para o segundo semestre é crescente. Continua aqui.

25 de outubro de 2010

De pão em pão....

Pão francês pode ficar mais barato a partir de 2011

Suspensão do embargo russo à farinha de trigo pode contribuir com queda de preço

Sérgio Vieira, do R7, no Rio

Depois de registrar dez altas consecutivas, o preço do pãozinho francês pode ficar mais barato. A notícia, apesar de boa, só deve ocorrer a partir de 1º de janeiro de 2011.

O governo russo divulgou um decreto que suspende a partir desta data o embargo às exportações de farinha de trigo adotado no verão como resposta à forte seca que ameaçava elevar os preços dessa matéria-prima no mercado interno russo. Continua aqui.

3 de setembro de 2010

O milagre do Cerrado

Em um canto remoto do estado da Bahia, no nordeste do Brasil, uma vasta fazenda brota da mata seca. Trinta anos atrás, eucaliptos e pinus foram plantados nesta parte do cerrado (savana brasileira). arbustos nativos mais tarde recuperados. Agora, cada área conta a história de uma transformação. Alguns foram cortados em uma ninhada de tocos de árvores e arbustos, em outros, tornaram-se carvão e usados como combustível; seguinte, outros campos foram nivelados e preparada com calcário e adubo, e alguns já foram transformados em oceanos branco de algodão. Na próxima temporada, a fazenda Jatobá plantará e colherá algodão, soja e milho em 24 mil hectares, 200 vezes o tamanho de uma fazenda média em Iowa. Ele irá transformar uma parte miserável do sertão do Brasil (continue lendo a reportagem da The Economist aqui).

4 de fevereiro de 2010

O Real cada vez mais forte


Na quarta-feira o governo brasileiro lançou "a segunda família do Real", sob o slogan "Real cada vez mais forte". Uma coisa é fato: o Real foi uma das três moedas que mais se valorizou frente ao dólar em 2009, tanto que recebeu elogios de economistas sulamericanos que sugeriram que se adotasse a moeda em todo o Mercosul - acho que Chávez (assim como Dinamarca, Suécia e Reino Unido com o Euro) não aceitaria a medida, mas aquele por situações que diferem das razões democráticas e culturais dos países europeus.

A intenção é bem maior do que se imagina. Guido Mantega, ministro da Fazenda e Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, têm planos ambiciosos: internacionalizar a moeda. Explico. Com a economia brasileira se sobressaindo e alcançando visibilidade mundial, a moeda se tornará base nas relações de troca em pouco tempo, substituindo o dólar nestas intermediações. Para isso, precisa ter o maior número possível de itens contra fraudes e ser virtualmente considerada à prova de falsificações.

Além de facilitar, vai diminuir as perdas que sempre ocorrem nestes câmbios. Como muito bem sabe aqueles que viajam e perder dinheiro quando trocam na ida e quando precisam trocar na volta. Mas ainda há o fator turismo. O Brasil promete ser um dos grandes destinos turísticos dos próximos dez anos, vide Copa do Mundo em 2014 e Olimpíada em 2016.

As novas notas entrarão em circulação gradualmente até 2012, mas as cédulas já existentes continuarão valendo até a substituição integral. Mas são não foram essencialmente as razões econômicas que me fizeram escrever este post, mas dois outros motivos:

- A inclusão dos deficientes, já que as marcas tácteis e a diferenciação no tamanho das cédulas farão com que não eles confundam menos e não precisem pedir ajuda para saber que valor possuem em suas mãos e, o que mais instiga em um primeiro momento,

- Vale a pena gastar R$ 1,15 bilhão para trocar essas notas? Isso você me responde.

21 de novembro de 2009

Os BRICS lideram na telefonia fixa e móvel


Observando lista divulgada no blog do @rcruz, me atentei a um detalhe que ele não comentou em seu post. Além da excelente posição brasileira entre as nações que possuem maior número de telefones fixos e celulares, as primeiras cinco colocações no ranking além dos Estados Unidos encontram-se os países que compõem o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Seria mais um sinal do bom momento econômico que estas nações estão vivendo?

Segue abaixo a lista completa

Países com mais telefones fixos e móveis:

1) China - 999,6 milhões
2) EUA - 421,8 milhões
3) Índia - 384,8 milhões
4) Rússia - 232,1 milhões
5) Brasil - 191,8 milhões

Países com mais celulares:

1) China - 634 milhões
2) Índia - 346,9 milhõe
3) EUA - 270,5 milhões
4) Rússia - 187,5 milhões
5) Brasil - 150,6 milhões

Países com mais telefones fixos:

1) China - 365,6 milhões
2) EUA - 151,3 milhões
3) Alemanha - 51,5 milhões
4) Japão - 48,4 milhões
5) Rússia - 44,6 milhões
6) Brasil - 41,2 milhões

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails