7 de setembro de 2009

Prosecco, Cava, Spumanti, Champagne e por aí vai...


Estava almoçando com alguns amigos neste Restaurant Week, na cidade de São Paulo, quando alguns presentes se surpreenderam com o fato de eu entender (um pouquinho, claro) sobre vinhos e champanhes. Na ocasião, ajudei a escolher um vinho para o prato pedido por um amigo e um prosecco para a refeição solicitada por uma amiga. Me lembrei de um ótimo post de Roberto Gerosa, jornalista que tive o prazer de conversar por alguns minutos na redação da revista Veja. Vou reproduzir abaixo alguns trechos em que diferencia os diferentes tipos de champanhe, outro dia posto sobre vinhos.

Cada um no seu quadrado

Champagne: é o rei leão dos espumantes, está no topo da pirâmide destes vinhos, até no preço. São mais intensos, ricos e de paladar apurado, com aromas que lembram panificação, às vezes de cor mais para o dourado. O espumante nasceu na região de Champagne, localizada no nordeste da França, e segue regras rígidas. As únicas uvas permitidas são: a branca chardonnay (dá finesse, notas florais e minerais), e as tintas pinot noir (frutas vermelhas e estrutura ao vinho) e pinot meunier (frutado). Estranhou o uso de tintas em champanhes? Mas é assim mesmo, são usadas tanto uvas brancas como tintas, o que dá a cor ou não a um vinho é o contato da bebida com as cascas.
Todo vinho sofre uma fermentação para transformar o açúcar da uva em álcool. Nos efervescentes, são duas. No champanhe, a segunda fermentação é feita na própria garrafa – a este método se dá o nome de champenoise, ou clássico. Além, claro, do terroir, da tradição e das uvas este método é o que dá a elegância e intensidade à bebida. Dos diferentes estilos de champanhes, os mais caros e refinafos podem ficar até dez anos repousando nas caves amtes de sair no mercado.


Champagne só em Champagne
Se topar com um espumante fora da França com o nome “champagne” gravado na etiqueta, desconfie. É a única região do planeta autorizada a usar esta designação nos rótulos. Na verdade, existem exceções que conseguiram burlar esta restrição, mas vale como regra.
Produtores importantes
Billecart-Salmon, Bollinger, Chrales Heidsieck, Drappier, Krug, Laurent-Perrier, Louis Roederer, Moët & Chandon, Pol Roger, Ruinart, Salon, Tattinger, Veuve Clicquot Ponsardin.

Crémant: espumante genérico francês, também elaborado pelo método clássico, produzido fora da região delimitada de Champagne, sendo que o maior volume vem da região do Loire. Costumam ter menos pressão e são mais ligeiros. Não há muita oferta de rótulos no Brasil.
Produtores importantes
Louis Bouillot, Dopff au Moulin, Vigneau-Chevreau, Grandin

Cava: outro espumante feito pelo método clássico – esqueceu o que é? Segunda fermentação na garrafa –, mas agora na Espanha, na região de Penedés, na Catalunha. As uvas são nativas: macabeo, viura (dão um toque frutado), parellada (acidez) e xarel-lo (acidez e potência). A Espanha é o segundo maior produtor de espumantes do mundo. A gigante Cordoniu coloca no mercado 130 milhões de garrafas ao ano. São facilmente encontradas nas prateleiras de supermercados e são deliciosos e potentes, vale experimentar.
Produtores importantes
Freixenet, Cordoniu

Prosecco: quem já passeou por este Blog do Vinho já sabe. Prosecco nada mais é que uma uva nativa da Itália, mais precisamente da região de Valdobbiadene e Canegliano, no Vêneto. Com ela, se faz este espumante que, ao contrário dos vinhos efervescentes anteriores, é elaborado pelo método charmat. O que é isso? Aqui, a segunda fermentação se dá em grandes tanques fechados de aço inoxidável que suportam altas pressões (a pressão do gás chega até a 7 atmosferas). Há proseccos mais refinados, eles chegam da região de Cartize, mas a grande maioria é uma bebida mais fácil, de cor mais clara e de sabor próprio. A propósito, há proseccos no mercado de grande volume bem ruins, se puder, evite. Tem prosecco no Brasil? Tem. E ao contrário do champanhe, pode ter seu nome estampado no rótulo. São frescos e honestos, uma boa opção aos italianos mais comuns.
Produtores importantes
Adami, Bisol, Mionetto e Nino Franco

Espumantes (sparkling wines): nome genérico para todo vinho com duas fermentações. Há rótulos da Itália, da Argentina, de Portugal – em toda parte –, até a Inglaterra começou a se aventurar neste mercado. O Brasil produz espumantes premiados em vários concursos sérios e reconhecidos pela crítica internacional e nacional. O ranking promovido pela Playboy e já comentado neste blog é uma prova deste nível de qualidade. A grande maioria é elaborado pelo método charmat com bons resultados; algumas vinícolas arriscam o método clássico, nem sempre superiores ao charmat. No Brasil, além das uvas francesas chardonnay e pinot noir, é comum o uso da riesling itálico que teve boa adaptação no sul do país. Nossos espumantes se caracterizam pela boa acidez, frescor e média intensidade, um vinho de celebração, acima de tudo.
Produtores importantes
Aurora, Chandon, Dal Pizzol, Dom Cândido, Marson, Miolo, Piagentini, Pizzato, Salton, Valduga, Vallontano

Seco = brut
Os espumantes e champanhes podem ser brut, sec e doux. Essas expressões nos rótulos indicam o grau de açúcar por litro em cada garrafa. Atualmente, 80% do mercado são dominados pelo tipo brut, que é mais seco e com baixa concentração de açúcar. Sec, ao contrário do que parece, não é seco, mas levemente adocicado. Mais comum encontrar a expressão demi-sec. Doux dispensa explicações.
Fala sério, não é tudo igual, não é mesmo? Chato, eu?

Confira mais na coluna do Roberto Gerosa


6 de setembro de 2009

Deu a louca nos contos de fadas II

Assim termina A Bela e a Fera....




BRAZILIAN DAY IN NEW YORK


Comemorando 25 anos em 2009, o Brazilian Day já entrou no calendário oficial de comemorações da cidade de Nova york. Sempre acontecendo na Rua 46, também conhecida como Little Brazil, no domingo que antecede o Dia do Trabalho nos EUA e, coincidentemente, perto do 7 de setembro, Independência do Brasil. Atualmente, a festa ocupa impressionantes 25 quarteirões, arrastando mais de 1 milhão de pessoas para a folia.

Este ano, o festival vai durar dois dias no centro de Manhattan. Sábado, "the cleansing of 46th Street", com um desfile às 10 horas, a partir da 44th Street e da Avenida das Américas terminando na Madison Avenue com a rua 46. Domingo, 7/11, a música, comida e dança do Brasil vai tomar conta da Avenida das Américas, da 42nd street a 56th Street e na 46th Street, entre Madison e Seventh Avenues.

Dá pra conferir tudo acessando brazilianday.com

5 de setembro de 2009

Pra lá da Capadócia


Ah, você como eu sempre
se perguntou onde raios ficaria a Capadócia? Perto ou longe de Pasárgada? Teria desaparecido com Atlântida? Eis que vos trago a solução desse enigma centenário.

Capadócia existe sim, e está localizada na longínqua Turquia, na Ásia Menor. O local é conhecido pela sua paisagem singular, considerada um dos melhores simulacros da paisagem lunar na Terra. Durante o passar dos séculos suas formações rochosas foram escavadas para servir de moradia aos cristãos fugidos. Este fato fez com que certas localidades fossem transformadas em Igrejas, muitas das quais conservam até hoje afrescos bisantinos.

E porque resolvi falar da Capadócia?

Ouça a seguir: Jorge da Capadócia

Mais 20 programas imperdíveis da cidade de São Paulo

Quantas vezes conversando com turistas na sua cidade você não reparou que eles conheciam lugares que você nunca havia estado, mesmo morando na área? Para evitar isso, segue mais 20 programas que todo bom paulistano deve fazer.


61. Ver o show dos padres do canto gregoriano no Mosteiro de São Bento, no Largo de São Bento, que acontece aos domingos, 11h da manhã http://www.mosteiro.org.br/

62. Ir ao Parque do Ibirapuera, na av. República do Líbano, durante a semana num dia de sol http://www.prodam.sp.gov.br/ibira/historico.htm

63. Tomar chá da tarde na Fundação Maria Luiza e Oscar Americano, na av. Morumbi, 4077, uma das boas coisas do Morumbi (http://www.fundacaooscaramericano.org.br/)

64. Suar na matinê de domingo da boate A Lôca, na rua Frei Caneca, 916. (http://www.aloca.com.br)

65. Conferir como ficou bonita a Catedral da Sé depois da reforma.

66. Matar o tempo no bar do Cinesesc, na rua Augusta 2075, antes do filme começar.

67. Curtir o clima “Beverly Hills é aqui” da rua Oscar Freire, na porção mais efevercente dos Jardins

68. Ir as festas gênero “mamma mia” das igrejas Achiropita, na rua 13 de Maio, 478, na Bela Vista (realizada aos finais de semana do mês de agosto), São Vito, na rua Poliana Amare, 51, no Brás (no dia 15 de junho), e São Genaro (no dia 19 de setembro), na Moóca

69. Encostar o carro na Praça do Pôr do Sol, no Alto de Pinheiros, no finalzinho de uma tarde de verão. A vista é fantástica…

70. Checar os últimos lançamentos e tomar um cafezinho na Livraria da Vila, na rua Fradique Coutinho, 915, na Vila Madalena.

71. Testemunhar um casamento nas charmosas capelas São José, na rua Dinamarca, no Jardim Europa, e São Pedro e São Paulo, na rua Pe. José Glieco, 111, no Morumbi

72. Mergulhar no universo paralelo criado pelas habitués da Daslu, a butique mais exclusiva da cidade, que era fincada na rua Júlio Diniz, 56, na Vila Nova Conceição e agora está em uma mega construção ao lado da Marginal Pinheiros.

73. Visitar o Museu da Imigração e tentar descobrir as suas origens (http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/Inicial.html). Fica na rua Visconde de Parnaíba, 316, na Mooca

74. Meditar no templo zen da rua São Joaquim, 273, na Liberdade.

75. Visitar as lojas da livraria Cultura e os cinemas em meio ao clima cinquentinha do Conjunto Nacional (http://www.livcultura.com.br), na av. Paulista, 2073

76. Embarcar num programa em família no Simba Safári, que agora está menos emocionante, com os animais presos, mas ainda vale uma visita. Av. do Cursino, 6338

77. Dar um pulinho até a Zona Sul para conhecer o Autódromo de Interlagos e suas corridas. Fica na Avenida Senador Teotônio Vilela, 167. http://www.ainterlagos.com

78. Subir até o alto da Serra da Cantareira para conhecer as trilhas do Horto Florestal. Rua do Horto, 931.

79. Participar do terror instrutivo do Instituto Butantã, na av. Vital Brasil, 1500. http://www.butantan.gov.br

80. Assistir a um clássico no Estádio do Pacaembu, na Praça Charles Müller, sem número.


Essa lista eu curti, já fiz 16 programas. E você?

1 de setembro de 2009

O bem humorado Avenida Q é excelente crítica aos costumes


“Avenida Q” chega para cumprir a temporada paulista do espetáculo nova-iorquino vencedor de três prêmios Tony. A elogiadíssima comédia satírica mescla atores com bonecos, mas esqueça qualquer comparação com o universo infantil, as semelhanças param por ai. Os temas tratados são adrenalina pura para qualquer sociedade deste planeta, em especial, a pseudo-liberal brasileira. Tratando de racismo, homossexualismo e pornografia na internet de forma bem humorada, o Avenida Q faz uma crítica ácida aos costumes das novas gerações da melhor forma possível - fazendo a plateia dar risada.

O musical da Brodway se passa em um fictício edifício na citada Avenida Q, em Nova York, onde nosso protagonista decide viver. O jovem Princeton tem planos ousados como qualquer outro recém-formado: quer morar do lado “A” da cidade onde está localizada a riqueza e as melhores oportunidades, mas acaba indo viver no outro lado da cidade.

Neste ambiente, ele convive diariamente com vizinhos agradáveis mas cada um com uma idiossincrasia a parte. A começar pela ex-celebridade mirim, a ousada Lucy De Vassa, um bancário conservador, um comediante desempregado e sua namorada entre outros. Todos a procura de oportunidades de trabalho melhor e em busca de alguma razão para viver. Na versão brasileira, o texto recebeu adaptações para se adequar ao contexto sócio-político. Claro, como não poderia faltar a uma boa peça do gênero, não faltam palavrões e frases de duplo sentido. Com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho, foi indicado a cinco prêmios Shell.

Serviço

Local: Procópio Ferreira, rua Augusta, 2.823, Jardins
Horário: de 5ª a sáb., 21h; dom., 19h. até 01.11
Preço: de R$ 70 a R$ 90

21 de agosto de 2009

Sir J. Sarney reconquista o condado de Brasília

Não adianta falar de metrô, música e contos de fada por que o maior conto de fadas acontece aqui mesmo em Brazilianland, no setentrional condado de Brasília. Não há como fingir que o assunto não existe. Sir J. Sarney mais uma vez conseguiu sair ileso no final desse capítulo (espero que não seja o fim da história). Junto com toda a trupe dos 40 ladrões, Sir J. Sarney teve todas as acusações que pesavam sobre a sua pessoa retiradas.

Uma coisa tenho que dizer: não há patriarca melhor que ele. Preocupa-se com sua família e com os amigos e namorados/as daqueles que o rodeiam. Sempre disposto a oferecer sua ajuda com um serviço aos seus súditos de sangue. É daqueles condes que, com maestria, perpetuam-se, fazem de seus feitos um legado a ser lembrado e, mesmo que não peça, recebe a gratidão daqueles beneficiados outrora por seus atos. O intelectual Sir J. Sarney sabe o momento exato de sair de cena, assim como sabe o momento exato de mudar o jogo político do seu condado e daqueles cincurdantes, para continuar a perpertuar o próprio reinado.

O colunista, escritor, político e excelentíssimo patriarca da estirpe azul dos Sarney é loquaz orador, brinca com frases de efeito e não possui ar arrogante - muito embora aqueles que já tiveram o (des)prazer de conviver algum tempo com a honrosa figura insinuem o contrário.



Há dias um súdito audaz Sr. Pedro Simon pediu que renunciasse, não obstante, um defenestrado outrora Sir Renan Calheiros eis que sai em sua defesa e inicia uma batalha medieval. Quando se chegava ao ápice da luta, mais um outrora master Sir é citado, Sir Fernando Collor que, colérico e irascível, pede a palavra e quixotescamente, enfuresce-se. A imagem não nega. O atual Sr Collor, se pudesse, teria cuspido fogo (ou feito como seu pai).

Das memórias do reino de Brazilianland e do condado de Brasília vós podeis não lembrar, mas elas não foram apagadas. O fatídico acontecimento de 1963 com o senador José Kairala (AC) voltou à tona - este levou três tiros de Arnon Afonso de Mello, pai do excelentísssimo Sir Collor. Como podeis ver, o crime em todas as suas instâncias está na veia do clã Collor. Com Arnon aconteceu o óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues, claro que perdeu o mandato, mas fora inocentado do assassinato pois juntaram-se a ele os 40 ladrões porque, vós bem sabeis que logra um famoso ditado por essas bandas - uma mão lava a outra.

No condado de Brasília tudo funciona sempre da mesma forma, o conto de fadas é cíclico. e o final é sempre conhecido Aqueles inocentados por assassinato e estes, perdoados por corrupção, formação de quadrilha, nepotismo e desvio de verba pública. E assim caminha a Brazilianland....

19 de agosto de 2009

As melhores malhas metroviárias

Não dá para negar minha fixação pelas redes metroviárias mundo afora. Quando você está viajando, é bom saber que existem sistemas de transporte público disponíveis para ajudá-lo a chegar onde você deseja ir. Foi assim a primeira vez que desembarquei sozinho no aeroporto Galeão. Não foi nada difícil me localizar logo após pedir uma informação simples: Como faço para chegar na estação mais próxima? A lógica era óbvia - uma vez dentro do metrô, em pouco tempo estaria na Zona Sul carioca.

O mesmo se deu em Nova York. Não tem como se perder se você souber se está do lado East ou West do Central Park, em muitos casos, basta seguir pelo nome da rua ou bairro de cada estação que se chaga facilmente ao destino.

Em Buenos Aires, a facilidade da geografia bem marcada pelo planejamento prévio colabora para não deixar ninguém perdido. Mais uma vez, basta ter senso de direção que de Pueyrredón a San Isidro se chega sem dificuldades.

Os sistemas de metrô oferecem a conveniência de ficar onde quiser, quando quiser, sem o aborrecimento de pagar a fortuna do táxi ou alugar um carro. Em quase todos os casos quando não se necessita de muita pressa, é a opção mais rentável. E particularmente, como costumo dizer, um "exercício antropológico", é possível encontrar pessoas de todos os tipos e estilo, invariavelmente.

Existem alguns bonitos, modernos e vastos sistemas de tráfego rápido em todo o mundo. Os mais populares e considerados bem acessíveis a toda a população de suas cidades estão listados abaixo, mas são apenas uma amostra do que existe ao redor do mundo. A lista contempla mais aqueles que são realmente úteis e não necessariamente os mais belos.


1. Londres, Inglaterra

O London Underground é o maior do sistema de metrô e também o mais antigo do mundo (foi inaugurado em 1863). Abrange 253 milhas de pista e transporta 976 milhões de pessoas anualmente. O metrô está também ligada a uma variedade de serviços ferroviários de Londres e arredores (incluindo o Eurostar para Paris). Entre estes serviços está o Docklands Light Railway (DLR), um popular sistema sem condutor que oferece belíssimos pontos de vista dos rio Tamisa e áreas circunvizinhas.

Destaques: assentos acolchoados. LEDs indicam o tempo que falta para as composições chegarem.



2. Paris, França

É o segundo mais antigo do mundo - não poderia perder para os britânicos por muito tempo rs, começou a ser construído em 1900). Com 380 estações, cobre praticamente todos os pontos da cidade. Aliás, curiosidade: Paris é dividida de uma forma que mesmo quem nào conhece a cidade dificilmente se perde. Formando um imenso caracol (chamado pelos parisienses de arrondisements), são numerados de 1 a 20 a partir da margem esquerda e direita do rio Sena (Rive Gauche, Rive Droit). Como as estações foram planejadas para estarem sempre equidistantes em cada arrondisement, Paris conseguiu contemplar uniformemente toda a área metropolitana.

Destaques: Excelente cobertura: todos os edifícios da cidade fica a 500 metros (1600 pés) de uma estação de metrô. Muitas estações foram concebidas com o estilo art nouveau. Modesta tarifas.

3. Moscou, Rússia

Extremamente importante para os moscovitas, transporta quase 8 milhões de pessoas por semana. Quarenta e quatro estações são classificadas como monumentos arquitetônicos. é possível ver o rio Moskva e o Yauza entre algumas delas, aliás, construídas especialmente para que se pudesse ter essa vista.

Destaques: Além da beleza física, é um dos mais rápidos. Alcança quase 120km/h.




To be Continued

16 de agosto de 2009

Te echo de menos, añoranzas, homesickness, manincolia e ninguém sabe ainda o que é saudades

É sempre muito interessante tentar explicar o significado da palavra saudades para qualquer estrangeiro. Não apenas os falantes de línguas germânicas e anglo-saxônicas, mas os indo-européios, com exceção do Galício e do Creoulo (que têm correspondentes quase idênticos a saudades) todos os outros também se desesperam para entender o que significa s-a-u-d-a-d-e-s...

Gostei como a Wikipedia descreve o sentimento: "word for a feeling of nostalgic longing for something or someone that one was fond of and which is lost. It often carries a fatalist tone and a repressed knowledge that the object of longing might really never return". Ainda é pouco para descrever a maginitude deste sentimento. Acho que apenas os falantes da língua portuguesa conseguem sentir com exatidão o peso da palavra, pois mesmo para nós, difícil é explicar o que é.

Mais uma vez, coloco uma das melhores definições que já ouvi: "Pegue nostalgia, desejo intenso, tristeza e afeto, misture tudo, adicione açúcar, sal e uma dose de cachaça, tudo isso enquanto ouve algum samba."

Obs: Por que resolvi falar de saudades?


15 de agosto de 2009

Nove Blogs de música imperdíveis

Música nos rodeia a todo o momento. Tenho que confessar que faz semanas que não tenho tempo para ouvir rádio ou assistir a programas das parads musicais para conhecer os novos clipes e as novas caras. Enquanto escrevo este post, assisto a uma entrevista com um dos fundadores do Facebook e a trilha sonora é nada menos que The Ting Tings com “That’s not my name”, considerada uma das melhores bandas européias de 2008. Música preenche o dia-a-dia, faz-nos lembrar de momentos e pessoas importantes que passaram por nossas vidas e mescla emoções boas e ruins com memórias.

Para ficar por dentro do que acontece no mundo musical, selecionei nove blogs que são imperdíveis e devem estar nos favoritos de quem curte música. (Agora a trilha é MGMT com Kids, banda nova iorquina que tive o prazer de assistir no lendário United Palace Theatre, de brinde ganhei uma performance com Beck).

Os blogs que selecionei são bem interessantes em seus segmentos, seja de música alternativa, digital, eletrônica, hype and whatsoever... Enjoy it!

1. The Hype Machine


2. RCRD LBL


3. Create Digital Music


4. Stereogum


5. Aurgasm


6. Daytrotter


7. Sleevage


8. Elbows


9. Music For Robots

18 de julho de 2009

As bombas calóricas de cada dia


Everything Bagel (pão com gergelim e outros cereais) com roastbeef,
tomate, presunto de parma, bacon e uma mega camada de cream cheese acompanhado de um copo de 45o ml de Mocaccino.
Este era o café da manhã diário.

Você já teve curiosidade de verificar quantas calorias têm nos seus lanches favoritos do McDonalds, Burger King, KFC, Fridays, Joakins e tantos outros?

Uma boa noitada na cidade de São Paulo ou Rio de Janeiro sempre acaba em uma bela lanchonete. O problema é que na maioria dos casos ninguém para para analisar o número de calorias que ingeriu em apenas algumas horas, e piora se contabilizarmos as cervejas, caipirinhas, vodkas, whiskies com energéticos, porções e o grand finale, sanduíches e shakes.

Não é uma exclusividade paulistana ou carioca, é um fenômeno deveras global. Em minha última visita aos States tomei uma decisão: não iria em nenhum Fast Food que tivesse filial no Brasil ou que eu frequentasse. No que resultou essa maluquice (muito prazerosa naquele momento)? Arby's,Del Taco, Dunkin' Donuts, Taco Bell, Wendy's, California Pizza Kitchen, Domino's Pizza, El Pollo Loco, In-N-Out Burger (um dos melhores, barato e suculento! rs), Panda Express, Wetzel's Pretzels e seis quilos a mais na bagagem. Isso por que apenas nomeei os Fast Foods, nem contei os restaurantes mexicanos, japoneses e salvadorenhos...

O BIG MONEY contabilizou a quantidade de calorias por dolares. Segue abaixo a lista e d^e uma olhada na batata do McDonalds,item muito apreciado em terras tupiniquins.

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