9 de fevereiro de 2010

Curta mais 20 programas na cidade de São Paulo

Depois de colocar tantos posts sobre os "os programas imperdíveis em Sampa", decidi abrir este de uma forma diferente: cidade de vanguarda, capital da moda, centro financeiro, maior cidade libanesa, japonesa, síria e portuguesa fora de seus países, terceira maior cidade italiana fora da Itália, repleta de entretenimento e com mais de 12 mil restaurantes. Segunda maior frota de helicóptero e segunda maior produtora de pizzas do mundo! essa é minha Sampa, NOSSA Sampa.

Seguem abaixo mais 20 programinhas que todo paulistano e turista deveria fazer. Divirta-se!

121. Comprar coisas absurdas na Galeria Ouro Fino, na rua Augusta, 2690 e, se for o caso, aproveitar para investir em uma tatuagem ou em um piercing

122. Garimpar úteis-fúteis no Promocenter da rua Augusta com a Luís Coelho (http://www.promocenter.com.br)

123. Comprar flores no Largo do Arouche

124. Se entregar a um dia de consumo selvagem no circuito José Paulino, 25 de Março e ladeira Porto Geral

125. Conferir o sortimento high-tech e as baciadas da Galeria Pajé, na rua 25 de Março

126. Comprar revistas na banca da avenida São Luiz com a Ipiranga

127. Vasculhar o acervo de CDs da Pop´s Music, na rua Teodoro Sampaio, 763, loja 4

128. Conferir o acervo do Sebo Messias, o mais tradicional da cidade, com seus corredores estreitos e toda a sorte de relíquias. Fica no centro da cidade, na praça João Mendes, 166 (http://www.terravista.pt/enseada/4538/)

129. Divertir-se com os contrastes da Loja de Velas Santa Rita, na Praça da Liberdade, 248, que, de um lado, oferece santinhos católicos e, do outro, os ícones máximos do candomblé (http://www.srita.com.br/)

130. Conferir as novidades do Sex Shop Ponto G, na rua Amaral Gurgel, 206. Telefone: (11) 223 3011

131. Conferir o universo eletrônico da rua Santa Ifigênia e aproveitar o passeio para encontrar tudo, tudo mesmo, no quesito eletrônicos

132. Encararar, com um sorriso nos lábios, as promoções imperdíveis do Shopping D, na av. Cruzeiro do Sul, 1100

133. Pechinchar correntinhas, anéis e pulseiras na rua do Ouro, também conhecida como rua Barão de Paranapiacaba, no centro da cidade

134. Ir até a rua das Noivas, ou rua São Caetano, e encontrar tudo sobre o tema

135. Passar a tarde ouvindo CDs e folheando livros na gigantesca Fnac de Pinheiros. Fica na Avenida Pedroso de Moraes, 858. Telefone: (11) 3097 0022

136. Garimpar roupas das melhores grifes do brechó Trash Chic. Fica na Rua Carlos de Carvalho, 95, Itaim. Telefone: (11) 3167 4331

137. Comprar bijuterias e objetos de decoração na feira hippie da Praça da República, que acontece todos os domingos

138. Abastecer-se de produtos importados na Casa Santa Luzia, o supermercado mais chique da cidade. Fica na Alameda Lorena, 1471, Jardins. O telefone é (11) 3088 0663 http://www.santaluzia.com.br

139. Subir até a sobreloja do número 176 da Rua Sete de Abril, no Centro. Lá estão diversas lojas especializadas em vinis. Ótima pedida para encontrar aquela raridade

140. Fazer o circuito das lojas de decoração da Alameda Gabriel Monteiro da Silva, no Jardim Europa.

Destes programinhas fiz apenas 5. Quem me superou fácil dessa vez? rs

8 de fevereiro de 2010

O Blog Verde



O The Guardian - particularmente um dos melhores periódicos em língua inglesa ( competindo lado-a-lado com o espanhol El Pais na minha lista de leitura obrigatória diária) - tem um blog que todos deveriam olhar com mais atenção: o Green Living Blog.

Acessem. Garanto que terão ótima leitura.
Post exemplo

4 de fevereiro de 2010

O Real cada vez mais forte


Na quarta-feira o governo brasileiro lançou "a segunda família do Real", sob o slogan "Real cada vez mais forte". Uma coisa é fato: o Real foi uma das três moedas que mais se valorizou frente ao dólar em 2009, tanto que recebeu elogios de economistas sulamericanos que sugeriram que se adotasse a moeda em todo o Mercosul - acho que Chávez (assim como Dinamarca, Suécia e Reino Unido com o Euro) não aceitaria a medida, mas aquele por situações que diferem das razões democráticas e culturais dos países europeus.

A intenção é bem maior do que se imagina. Guido Mantega, ministro da Fazenda e Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, têm planos ambiciosos: internacionalizar a moeda. Explico. Com a economia brasileira se sobressaindo e alcançando visibilidade mundial, a moeda se tornará base nas relações de troca em pouco tempo, substituindo o dólar nestas intermediações. Para isso, precisa ter o maior número possível de itens contra fraudes e ser virtualmente considerada à prova de falsificações.

Além de facilitar, vai diminuir as perdas que sempre ocorrem nestes câmbios. Como muito bem sabe aqueles que viajam e perder dinheiro quando trocam na ida e quando precisam trocar na volta. Mas ainda há o fator turismo. O Brasil promete ser um dos grandes destinos turísticos dos próximos dez anos, vide Copa do Mundo em 2014 e Olimpíada em 2016.

As novas notas entrarão em circulação gradualmente até 2012, mas as cédulas já existentes continuarão valendo até a substituição integral. Mas são não foram essencialmente as razões econômicas que me fizeram escrever este post, mas dois outros motivos:

- A inclusão dos deficientes, já que as marcas tácteis e a diferenciação no tamanho das cédulas farão com que não eles confundam menos e não precisem pedir ajuda para saber que valor possuem em suas mãos e, o que mais instiga em um primeiro momento,

- Vale a pena gastar R$ 1,15 bilhão para trocar essas notas? Isso você me responde.

A fama tem um preço


Para bom entendendor, duas palavras bastam:
#chupatessália

3 de fevereiro de 2010

São Paulo, a número 1!

O Hub Culture lançou o seu ranking anual das 20 melhores cidades para se viver usando sua base de membros em todo o mundo. Este ano, a lista surpreendeu muita gente. Ano novo, década nova, novas possibilidades. São Paulo desbancou favoritas como Los Angeles, Berlim, Nova York e Londres graças a alguns fatores bem atuais: anos de políticas ambientais, população jovem, criatividade, dinamismo, vida noturna etc. Segundo o site, "São Paulo looks set to become a world power"- São Paulo parece destinada a se tornar uma potência mundial. Que os anjos digam amém.....

Segue as outras cidades do Top 10

2. Berlin
3. San Francisco
4. Los Angeles
5. Shanghai
6. Zürich
7. Sydney
8. New York
9. London
10. Hong Kong

Para ver a lista completa, clique aqui.

2 de fevereiro de 2010

Fugindo da chuva


Pô, cansado da chuva? Seguem algumas dicas pra quem consegue fugir das tormentas e dar um pulinho no cinema. Basta clicar na imagem.

1 de fevereiro de 2010

O que falta no iPad?


Eu não sou o melhor exemplo de geek, muito embora adore bugigangas tecnológicas. Mas, como mero expectador, posso dizer que senti falta de alguns recursos básicos para qualquer aparelho que intencione o mínimo de vantagens diante dos concorrentes e que queira ter um lugar de real destaque dentro do imenso universo de gadgets que nos rodeio.

Câmera de vídeoIsso é o mínimo! Como assim não tem câmera? Só para lançar uma nova versão com o dispositivo? O iPad tem wi-fi e 3G, mas onde está a câmera para eu poder automaticamente enviar as fotos para o meu twittpic? Pois é, Steven Job #Fail1.

Limitação de recursos – Nós abrimos uma centena de janelas em nossos notes, certo? Vemos vídeos, ouvimos música, olhamos nossos perfis em redes sociais e lemos o jornal, revista etc... pois é, o iPad possibilita apenas que se abra um aplicativo por vez. Qual a graça disso vivemos exatamente em um mundo onde a geração Y é considerada exatamente multitarefeira? #Fail2

Conexão Dock - Ok, a maioria não sabe o que é, e este é o maior problema. Em vez de optar pela porta USB, universalmente presente em nosso dia-a-dia, nosso guru Jobs vai fazer a gente gastar com um kit de conexão para câmeras, adaptadores e SD Card. Isso mesmo, ele quer mais dinheiro. #Fail3

Limite de memória - Se você tem 247 filmes e quase 13 mil músicas (como eu) em seu note, esqueça! Com míseros 16 gb, 32 gb e o s-u-p-e-r-p-o-t-e-n-t-e- 64gb, você não vai manter essa coleção. Resumo, bastante limitado para quem quer guardar material em alta-resolução. #Fail4

HDMI – Confesso, eu nunca usei a minha saída HDMI, por uma razão simples: minha TV ainda não é HDMI e meu antigo monitor menos ainda rs. No entanto, se você está melhor que eu, esqueça qualquer conexão com seu monitor, note, TV se iPad não tem saída HDMI. Não vai ser com o ele que aqueles vídeos irão parar no YouTube em questão de minutos. #Fail5

Flash "no ecsiste" – Uma palavra: nonsense! Os melhores sites imagéticos usam o Flash como recurso básico. Sem suporte a esta tecnologia, navegar na MTV USA, brincar com seu FarmVille e tantas outras coisas tão corriqueiras não serão muito agradáveis. #Fail6


Lei de Gaga


(Rah)² (AH)³ + RO(Ma + MaMa) + (Ga)² + OOH(La)²
"I need a Bad Romance"

22 de janeiro de 2010

Os jovens para a Geração 68


"As raízes das delícias e dos horrores do novo século
se encontram nesta época”.



Em todos os momentos
da história humana, os jovens foram a força motriz para que as revoluções pudessem ocorrer, seja na esfera política ou na mudança de valores. Os anos 60 guardam dentro de si uma explosão de juventude, influenciados pela Tropicália, pela luta contra a Ditadura, pela transformação dos valores vigentes em busca essencialmente de liberdade, para se expressar, para se vestir, para se comportar.


Como a jornalista Ana Maria Bahiana bem definiu em seu livro Almanaque dos anos 70, “As raízes das delícias e dos horrores do novo século se encontram nesta época”. A juventude contemporânea brasileira vive em um ambiente dos mais privilegiados quando o assunto é liberdade de expressão; MSN, Twitter, Orkut, Facebook e a égide opinativa do mundo virtual, os blogs. A inserção da tecnologia no cotidiano do século XXI mudou a forma de interagir com o mundo, política e amorosamente. Quantos casais modernos não se formaram diante de telas de LCD?

O tema Juventude e a forma com que se relacionam com o mundo vêm sendo explorado por sociólogos, jornalistas, intelectuais e cresce cada vez mais as opiniões, tanto positivas quanto negativas com relação ao legado deixado pelos anos 60 e 70. O diretor americano Gus Van Sant é um bom exemplo da luta por compreender uma geração. Elefante e Paranoid Park demonstram o interesse em avaliar até que ponto existe a tal alienação e individualidade imposta aos jovens dos últimos 20 anos e também revelam o quanto estes também podem ser criativos e ágeis para resolverem seus problemas.

É difícil avaliar uma época enquanto vivemos nela, mas é possível opinar com base nas experiências do passado. Por essa razão 5 personagens foram escolhidos para opinar a respeito do Brasil e da juventude contemporânea com base naquilo que viveram no ano de 1968. Cada um a seu modo diz o que acha da música, do comportamento, da tecnologia, do sexo e tantos outros temas. Um recorte da realidade que leva em conta os seus relatos e vivência.

Em breve publico ox textos.

18 de janeiro de 2010

A patricinha haitiana

Já tive a oportunidade de conversar algumas vezes com o Gustavo Chacra, correspondente do Estado de S. Paulo no oriente Médio e onde mais ele for requisitado. O que mais gosto nos textos dele são a leveza, o real, o cotidiano, as experiências, a história e principalmente, seu envolvimento com o tema tratado.
Ele é mais que alguém que transcreve fatos e os conta para o público, ele também os vive. Por isso, a quem ainda não conhece seu trabalho, segue o link do texto "Patricinha haitiana que sobreviveu ao terremoto e está desabrigada". Já é um ótimo início!

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