2. Berlin
3. San Francisco
4. Los Angeles
5. Shanghai
6. Zürich
7. Sydney
8. New York
9. London
10. Hong Kong
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Câmera de vídeo – Isso é o mínimo! Como assim não tem câmera? Só para lançar uma nova versão com o dispositivo? O iPad tem wi-fi e 3G, mas onde está a câmera para eu poder automaticamente enviar as fotos para o meu twittpic? Pois é, Steven Job #Fail1.
Limitação de recursos – Nós abrimos uma centena de janelas em nossos notes, certo? Vemos vídeos, ouvimos música, olhamos nossos perfis em redes sociais e lemos o jornal, revista etc... pois é, o iPad possibilita apenas que se abra um aplicativo por vez. Qual a graça disso vivemos exatamente em um mundo onde a geração Y é considerada exatamente multitarefeira? #Fail2
Conexão Dock - Ok, a maioria não sabe o que é, e este é o maior problema. Em vez de optar pela porta USB, universalmente presente em nosso dia-a-dia, nosso guru Jobs vai fazer a gente gastar com um kit de conexão para câmeras, adaptadores e SD Card. Isso mesmo, ele quer mais dinheiro. #Fail3
Limite de memória - Se você tem 247 filmes e quase 13 mil músicas (como eu) em seu note, esqueça! Com míseros 16 gb, 32 gb e o s-u-p-e-r-p-o-t-e-n-t-e- 64gb, você não vai manter essa coleção. Resumo, bastante limitado para quem quer guardar material em alta-resolução. #Fail4
HDMI – Confesso, eu nunca usei a minha saída HDMI, por uma razão simples: minha TV ainda não é HDMI e meu antigo monitor menos ainda rs. No entanto, se você está melhor que eu, esqueça qualquer conexão com seu monitor, note, TV se iPad não tem saída HDMI. Não vai ser com o ele que aqueles vídeos irão parar no YouTube em questão de minutos. #Fail5
Flash "no ecsiste" – Uma palavra: nonsense! Os melhores sites imagéticos usam o Flash como recurso básico. Sem suporte a esta tecnologia, navegar na MTV USA, brincar com seu FarmVille e tantas outras coisas tão corriqueiras não serão muito agradáveis. #Fail6
Como a jornalista Ana Maria Bahiana bem definiu em seu livro Almanaque dos anos 70, “As raízes das delícias e dos horrores do novo século se encontram nesta época”. A juventude contemporânea brasileira vive em um ambiente dos mais privilegiados quando o assunto é liberdade de expressão; MSN, Twitter, Orkut, Facebook e a égide opinativa do mundo virtual, os blogs. A inserção da tecnologia no cotidiano do século XXI mudou a forma de interagir com o mundo, política e amorosamente. Quantos casais modernos não se formaram diante de telas de LCD?
O tema Juventude e a forma com que se relacionam com o mundo vêm sendo explorado por sociólogos, jornalistas, intelectuais e cresce cada vez mais as opiniões, tanto positivas quanto negativas com relação ao legado deixado pelos anos 60 e 70. O diretor americano Gus Van Sant é um bom exemplo da luta por compreender uma geração. Elefante e Paranoid Park demonstram o interesse em avaliar até que ponto existe a tal alienação e individualidade imposta aos jovens dos últimos 20 anos e também revelam o quanto estes também podem ser criativos e ágeis para resolverem seus problemas.
É difícil avaliar uma época enquanto vivemos nela, mas é possível opinar com base nas experiências do passado. Por essa razão 5 personagens foram escolhidos para opinar a respeito do Brasil e da juventude contemporânea com base naquilo que viveram no ano de 1968. Cada um a seu modo diz o que acha da música, do comportamento, da tecnologia, do sexo e tantos outros temas. Um recorte da realidade que leva em conta os seus relatos e vivência.
Em breve publico ox textos.
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