D.O.M. significa Domus Optimus Maximus. É um nome simbólico da consciência coletiva dos
cozinheiros brasileiros, agora, com reconhecimento internacional, ganham uma
desculpa para pedir o apoio das autoridades (como no Peru, onde a culinária é
uma questão de Estado).
A injeção de otimismo veio em 30 de Abril.
Alex Atala chegou com seu D.O.M., em São Paulo, á quarta posição na lista de melhor do mundo da revista Restaurant. O Paulista Mani, comandado por Helena Rizzo e Dani Redondo, subiu 20 pontos para a 51ª posição e a chef Roberta Sudbrack entrou no 71º lugar com o seu restaurante homônimo no Rio de Janeiro.
"A culinária brasileira está crescendo e amadurecendo. Faz parte deste movimento o otimismo que abraça o país e manifesta de forma luminosa o mecanismo de profecia autorrealizável", diz o correspondente do jornal El Pais no Rio de Janeiro Juan Arias.
22 de maio de 2012
4 de maio de 2012
Argentina provoca Inglaterra por Malvinas
A imprensa britânica está furiosa com os argentinos que, ousados, provocaram os europeus ao gravarem um comercial no local onde seria o memorial dos combatentes de guerra ingleses nas ilhas Malvinas (Falklands).
A propaganda mostra Fernando Zylberberg, capitão do time de hóquei argentino, treinando para os Jogos Olímpicos de Londres nas Malvinas, sob o slogan:
- Para competir em solo inglês, treinamos em solo argentino.
A propaganda mostra Fernando Zylberberg, capitão do time de hóquei argentino, treinando para os Jogos Olímpicos de Londres nas Malvinas, sob o slogan:
- Para competir em solo inglês, treinamos em solo argentino.
Veja o vídeo
O Pequeno Príncipe
Por acaso, duas páginas inéditas do clássico O Pequeno Príncipe foram encontradas. A princípio, um personagem que não se encontra na versão final está presente no excerto, sendo chamado de "o crucigramista".
18 de abril de 2012
Mulheres no Morro
Há mais de 10 anos Ana Stewart fotografa meninas e mulheres da Zona Norte, da região metropolitana e serrana do Rio de Janeiro. As fotos foram feitas em seus ambientes domésticos, da forma mais natural possível. O resultado deste trabalho a fotógrafa apresentou ao público na exposição Meninas do Rio, na Galeria da Gávea.
Fotos: Ana Stewart
16 de abril de 2012
(No free) Party in the USA
Alguém realmente era ingênuo o bastante para acreditar que o Brasil entraria tão cedo na lista de países cuja população não precisa de visto para entrar nos Estados Unidos?
Considerando a lista com os quase 30 países isentos, era muita pretensão....
Considerando a lista com os quase 30 países isentos, era muita pretensão....
Andorra, Islândia, Noruega, Austrália, Irlanda, Portugal, Áustria, Itália, San marino,
Bélgica, Japão, Cingapura, Brunei, Liechtenstein, Eslovênia, Dinamarca,
Luxemburgo, Espanha, Finlândia, Mônaco, Suécia, França,
Países Baixos (Holanda), Suíça, Alemanha,
Nova Zelândia e Reino Unido.
Bélgica, Japão, Cingapura, Brunei, Liechtenstein, Eslovênia, Dinamarca,
Luxemburgo, Espanha, Finlândia, Mônaco, Suécia, França,
Países Baixos (Holanda), Suíça, Alemanha,
Nova Zelândia e Reino Unido.
Aos cidadãos, as armas
A poucos dias do primeiro turno das eleições presidenciais na França, a disputa ficou acirrada entre os dois candidatos com mais chances: o atual presidente Nicolas Sarkozy e seu rival socialista François Hollande.
Trinta dias atrás, as intenções de voto indicavam uma vitória ampla para Hollande no segundo turno, mas a candidatura de Sarkozy ganhou fôlego, segundo a imprensa francesa, após os ataques na escola judaica. Apesar do último sopro de Sarkozy, todos os institutos ainda dão como certa, com margem menor, a vitória de François Hollande.
Para quem não mora na França e acompanha o desenrolar político da campanha, causa surpresa a não reeleição de Nicolas, já que este conquistou no imaginário estrangeiro a imagem de político forte, sempre diante das negociações do G20 e da crise europeia, além de ter conquistado duas vitórias bélicas recentes: uma na Líbia e outra na Costa do Marfim.
Mas, entre os franceses, o sentimento é contrário. Eles estão fartos de ver o presidente nas páginas de celebridades desde que se casou com a musa franco-italiana Carla Bruni (cujo pai é brasileiro).
Muitos analistas políticos franceses não descartam uma provável reeleição, já que 32% da população ainda está no gap dos indecisos. Com o mais baixo índice de aprovação da história, eles são enfáticos em afirmar que se reeleito, sua vitória se tornará tema de análises e estudos em todos os cursos de ciências políticas do mundo. Aos cidadãos, as armas, como diz o mais célebre verso do hino francês.
Trinta dias atrás, as intenções de voto indicavam uma vitória ampla para Hollande no segundo turno, mas a candidatura de Sarkozy ganhou fôlego, segundo a imprensa francesa, após os ataques na escola judaica. Apesar do último sopro de Sarkozy, todos os institutos ainda dão como certa, com margem menor, a vitória de François Hollande.
Para quem não mora na França e acompanha o desenrolar político da campanha, causa surpresa a não reeleição de Nicolas, já que este conquistou no imaginário estrangeiro a imagem de político forte, sempre diante das negociações do G20 e da crise europeia, além de ter conquistado duas vitórias bélicas recentes: uma na Líbia e outra na Costa do Marfim.
Mas, entre os franceses, o sentimento é contrário. Eles estão fartos de ver o presidente nas páginas de celebridades desde que se casou com a musa franco-italiana Carla Bruni (cujo pai é brasileiro).
Muitos analistas políticos franceses não descartam uma provável reeleição, já que 32% da população ainda está no gap dos indecisos. Com o mais baixo índice de aprovação da história, eles são enfáticos em afirmar que se reeleito, sua vitória se tornará tema de análises e estudos em todos os cursos de ciências políticas do mundo. Aos cidadãos, as armas, como diz o mais célebre verso do hino francês.
13 de abril de 2012
Os piores empregos de 2012
O site norte-americano Career Cast.com divulgou um relatório com os melhores e piores empregos de 2012. Segundo o portal, engenheiros de software foram os mais bem colocados, com a primeira posição em uma lista que constava 200 empregos, enquanto lenhador ficou com a pior posição.
Para fazer a classificação, foram utilizados cinco pontos principais: ambiente de trabalho, as demandas físicas, perspectivas de contratação, salário e estresse. Adivinha em que posição está jornalista?
Melhores
1. Engenheiro de software
2. Atuário
3. Gerente de RH
4. Dentista
5. Planejador financeiro
6. Audiologista
7. Terapeuta ocupacional
8. Gerente de publicidade on-line
9. Analista de sistemas
10. Matemático
Piores
1. Lenhador
2. Produtor de leite
3. Soldado
4. Operador de plataforma de petróleo
5. Jornalista
6. Garçom/garçonete
7. Leitores de medidores residenciais
8. Lavador de pratos
9. Açougueiro
10. Locutor de rádio
12 de abril de 2012
Rich Brazilians
Quando fui a primeira vez ao Rock in Rio paguei inacreditáveis R$ 35 para ver um dos dias do festival. Isso foi em 2001. É claro que, dependendo do artista presente, todos vão ao show porque a chance de vê-lo novamente são pequenas - na maioria dos casos - de forma que os fãs aceitam pagar valores exorbitantes para poder realizar o sonho de ver uma performance ao vivo de seus ídolos.
Dez anos depois, o Rock in Rio 2011 cobrava R$ 190 por dia. Acredite, na época, os R$ 35 pagos eram considerados caros. Em 2008, quando estive em Los Angeles, paguei pouco mais de US$ 30 para ver um show do Cypress Hill no anfiteatro The Wiltern, que distava não menos que duas quadras da minha casa na cidade. O mesmo show, da mesma turnê, no ano seguinte, custou R$ 170 em São Paulo.
Para efeito de comparação
Dez anos depois, o Rock in Rio 2011 cobrava R$ 190 por dia. Acredite, na época, os R$ 35 pagos eram considerados caros. Em 2008, quando estive em Los Angeles, paguei pouco mais de US$ 30 para ver um show do Cypress Hill no anfiteatro The Wiltern, que distava não menos que duas quadras da minha casa na cidade. O mesmo show, da mesma turnê, no ano seguinte, custou R$ 170 em São Paulo.
Para efeito de comparação
Rush (2002) - Maracanã - Entre R$ 60 e R$ 80
Rush (2010) - Apoteose - Entre R$ 220 e R$ 500
Rock in Rio (2001) - R$ 35
Rock in Rio (2011) – R$ 190
Pixies + 12 bandas (2004) - R$ 80
Planeta Terra (2010) - R$ 160
SWU (2010) - R$ 640
A-ha (2002) - Credicard hall (SP) - R$ 20 a R$ 120
A-ha (2009) - Citibank Hall (RJ) - R$ 70 a R$ 400
Há poucos dias, uma reportagem mostrou que o Rio era a cidade mais cara do mundo para ingressos. É o metro quadrado mais caro do Brasil, tem as refeições fora de casa mais caras do País, o metrô e o ônibus mais caros, os aluguéis mais altos na comparação com imóveis de mesma medida em outra capitais brasileiras enfim, não é surpresa que o muito bem feito levantamento revelasse o que qualquer morador da Cidade (outrora) Maravilhosa sabe: o Rio está caro, muito caro, e bem mais que São Paulo.
Um amigo londrino, para confirmar como o Rio está caro, afirmou que gastou mais na Cidade Maravilhosa do que gasta normalmente em Londres, o mesmo disse amigos de Paris, Bordeaux e Grenobre, assim como amigos de Tel Aviv e Jerusalém. A matéria em questão comparava o preço de ingressos do cantor Bob Dylan em 26 cidades ao redor do mundo. Sim, o Rio ganhou o Oscar de metrópole mais cara do mundo. Para ver o mestre na capital fluminense o fã deverá desembolsar quase US$ 275 (para os lugares mais baratos).
Esse é quase três vezes o valor do mesmo show na cidade de São Paulo para os lugares mais em conta. Adendo: em São Paulo, os lugares mais caros do show de Bob Dylan estão sendo vendidos por R$ 800.
O mesmo show de Bob Dylan
Rio de Janeiro: R$ 550
Salzburgo (Áustria): R$ 217
São Paulo: R$ 150
Berlim (Alemanha): R$ 134
Santiago (Chile): R$ 97
Buenos Aires (Argentina): R$ 83
4 de abril de 2012
Can Brazil stop Iran?

BRASIL, o provérbio costumava dizer que se trata da terra do futuro - e sempre será. Mas quando a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, visitar a Casa Branca na próxima semana, ela virá como a líder de um país cujo futuro já chegou.
Com enormes novas descobertas de petróleo e os investimentos estrangeiros inundando a economia do País, o Brasil cresce duas vezes mais rápido que os Estados Unidos, superou a Grã-Bretanha e se tornou a sétima maior economia do mundo. Como membro do G-20 e anfitrião da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016, o Brasil é um líder global emergente.
A retórica afável do artigo Can Brazil Stop Iran?, publicado no New York Times, tem por objetivo mostrar aos leitores do jornal que a crescente força econômica brasileira, suas deliberações não-beligerantes e seu posicionamento global são fortes razões para dar ao País a chance de se posicionar diante da escalada do discurso por (mais uma) guerra com o Irã. Será que o jornalista do NYT está certo?
Com enormes novas descobertas de petróleo e os investimentos estrangeiros inundando a economia do País, o Brasil cresce duas vezes mais rápido que os Estados Unidos, superou a Grã-Bretanha e se tornou a sétima maior economia do mundo. Como membro do G-20 e anfitrião da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016, o Brasil é um líder global emergente.
A retórica afável do artigo Can Brazil Stop Iran?, publicado no New York Times, tem por objetivo mostrar aos leitores do jornal que a crescente força econômica brasileira, suas deliberações não-beligerantes e seu posicionamento global são fortes razões para dar ao País a chance de se posicionar diante da escalada do discurso por (mais uma) guerra com o Irã. Será que o jornalista do NYT está certo?
2 de abril de 2012
Malvinas, 30 anos depois...
O Le Monde, periódico francês, deu amplo destaque nesta segunda-feira (02) para os 30 anos do conflito entre Reino Unido e Argentina pelo controle do arquipélago das Malvinas (Falklands). Enquanto isso, os ingleses do The Guardian preferiram deixar apenas um box – com um excelente infográfico – no meio da página.
Os jornais brasileiros também colocaram o assunto em suas páginas principais, mas por conta do destaque dado às falcatruas nas quentes planícies áridas do Centro-Oeste brasileiro (pra variar), a chamada também ficou para baixo nas homes dos portais.
Os jornais brasileiros também colocaram o assunto em suas páginas principais, mas por conta do destaque dado às falcatruas nas quentes planícies áridas do Centro-Oeste brasileiro (pra variar), a chamada também ficou para baixo nas homes dos portais.
30 de março de 2012
#Comofas, Doutor?
Abril está chegando e com ele tb aportam: Foster The People,
Cage The Elephant, Foo Fighters, The Ting Tings, Bob Dylan,
MGMT, Gogol Bordello e Criolo. #Comofas, Doutor?
A nova, e onipresente, classe média
A chamada nova classe média já é maioria da população: são quase 52% dos brasileiros, cerca de 100 milhões de ávidos consumidores que gastam quase R$ 1 trilhão com educação, saúde, alimentos, roupas e serviços (viagens e lazer, na maioria dos casos).
Reportagem do El Pais destrincha um pouco esses novos consumidores, mostra que muitos deles não enxergam essa melhora de padrão de vida e reitera a diferença gritante entre os mais ricos e os mais pobres. Vale a pena dar uma olhada.
29 de março de 2012
São Paulo, a número 1! - Pela terceira vez

Há três anos São Paulo continua no topo do ranking 2012 das 20 melhores cidades para se viver segundo o site Hub Culture. Mais uma vez, a metrópole conquistou o primeiro lugar devido a sua população jovem, ritmo pulsante e dinâmico e a capacidade de se reinventar diariamente. Em seis anos de compilação, o Rio de Janeiro apareceu na lista apenas em 2011, quando se encontrava na última posição. No levantamento de 2012, a Cidade Maravilhosa se encontra na 10ª posição.
O ranking 2012, curiosamente, conta com um número significativo de cidades de países emergentes nas primeiras posições, deixando claro que a hegemonia cultural (e econômica) dos chamados desenvolvidos não é mais tão forte e que há espaço para novas ideias e possibilidades. No entanto, o Hub Culture alerta que inflação e desaceleração econômica em certas regiões do globo podem contribuir para uma desestabilização dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China).
Nessa brincadeira, São Paulo deixou para trás as boas e velhas conhecidas Londres, Nova York, Dubai, Moscou e Paris. De acordo com o site, a lista tem por objetivo mensurar o “momento” de importantes cidades do mundo, por meio de conversa com fontes, com comunidades, além de indicadores econômicos e perspectivas sobre o futuro de cada região, a vida noturna, a qualidade de vida etc.
- Às vezes, fatores individuais podem desencadear um lugar na lista, outras vezes apenas uma coleção geral de influências, que é altamente diferente de lugar para lugar.
Quando conquistou o topo do ranking pela primeira vez, o site fez a seguinte declaração sobre São Paulo:
- São Paulo looks set to become a world Power (São Paulo parece destinada a se tornar uma potência mundial).
Que continue assim...
Segue as outras cidades do Top 10
2. Hong Kong
3. Pequim
4. Berlim
5. Londres
6. Nova York
7. Sydney
8. Cingapura
9. Istambul
10. Rio de Janeiro
Para ver a lista completa, clique aqui.
O ranking 2012, curiosamente, conta com um número significativo de cidades de países emergentes nas primeiras posições, deixando claro que a hegemonia cultural (e econômica) dos chamados desenvolvidos não é mais tão forte e que há espaço para novas ideias e possibilidades. No entanto, o Hub Culture alerta que inflação e desaceleração econômica em certas regiões do globo podem contribuir para uma desestabilização dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China).
Nessa brincadeira, São Paulo deixou para trás as boas e velhas conhecidas Londres, Nova York, Dubai, Moscou e Paris. De acordo com o site, a lista tem por objetivo mensurar o “momento” de importantes cidades do mundo, por meio de conversa com fontes, com comunidades, além de indicadores econômicos e perspectivas sobre o futuro de cada região, a vida noturna, a qualidade de vida etc.
- Às vezes, fatores individuais podem desencadear um lugar na lista, outras vezes apenas uma coleção geral de influências, que é altamente diferente de lugar para lugar.
Quando conquistou o topo do ranking pela primeira vez, o site fez a seguinte declaração sobre São Paulo:
- São Paulo looks set to become a world Power (São Paulo parece destinada a se tornar uma potência mundial).
Que continue assim...
Segue as outras cidades do Top 10
2. Hong Kong
3. Pequim
4. Berlim
5. Londres
6. Nova York
7. Sydney
8. Cingapura
9. Istambul
10. Rio de Janeiro
Para ver a lista completa, clique aqui.
28 de março de 2012
“Os brasileiros estão rolando no dinheiro”

Com destaque na capa do New York Times, o trabalho do SESC foi classificado como único, dada a forma pela qual seu orçamento se origina e pelo perfil da entidade. E mais, o periódico afirma que a instituição é responsável por dividir a riqueza por meio de atividades sociais e culturais.
Quem ler o artigo verá que o crescimento de 10% anual não só faz o diretor-geral enfrentar o desafio ímpar de encontrar frequentemente projetos para investir enquanto centros clássicos irradiadores de cultura enfrentam justamente o problema oposto: como arranjar verba para seus projetos.
Curioso é o exemplo “nada lucrativo’ citado pela publicação. O SESC contratou um musicólogo grego para gravar CDs com composições que estavam em mosteiros brasileiros há quase 300 anos.
Embora não seja assim tão real como diz a reportagem, uma das entrevistadas conta que a razão para o bom desempenho do Sesc é por que "os brasileiros estão nadando em dinheiro". Será mesmo?

Quem ler o artigo verá que o crescimento de 10% anual não só faz o diretor-geral enfrentar o desafio ímpar de encontrar frequentemente projetos para investir enquanto centros clássicos irradiadores de cultura enfrentam justamente o problema oposto: como arranjar verba para seus projetos.
Curioso é o exemplo “nada lucrativo’ citado pela publicação. O SESC contratou um musicólogo grego para gravar CDs com composições que estavam em mosteiros brasileiros há quase 300 anos.
Embora não seja assim tão real como diz a reportagem, uma das entrevistadas conta que a razão para o bom desempenho do Sesc é por que "os brasileiros estão nadando em dinheiro". Será mesmo?
50 anos de Bossa Nova
Danusa Leão, em seu livro Quase Tudo, por diversas passagens repetiu – e se ressentiu – por ter deixado passar diante de seu nariz o nascimento de um dos movimentos musicais mais expressivos do século XX: a Bossa Nova.
Por ter morado em Paris muito tempo, ela ficou anos sem contato direto com a vida social da sua irmã mais nova, a que viria a ser conhecida como musa da Bossa Nova, a cantora Nara Leão. Ao contrário, trecho de seu livro dá a entender que ela considerava a turminha de Nara um tanto quanto chata.
Claro que anos depois ela se redime ao perceber a falta de atenção (e tato, segundo ela talvez pela diferença de idade) para se dar conta que diante de si estavam os futuros maiores artistas da música brasileira. E a influência não foi pouca.
Ao final da década de 50 e durante os anos 60, o ritmo nascido no bairro de Ipanema tomou conta do País inteiro: tudo era Bossa Nova. A música era Bossa Nova, a moda era Bossa Nova, a decoração era Bossa Nova, a praia era Bossa Nova e até o presidente ficou conhecido como Bossa Nova.
Por ter morado em Paris muito tempo, ela ficou anos sem contato direto com a vida social da sua irmã mais nova, a que viria a ser conhecida como musa da Bossa Nova, a cantora Nara Leão. Ao contrário, trecho de seu livro dá a entender que ela considerava a turminha de Nara um tanto quanto chata.
Claro que anos depois ela se redime ao perceber a falta de atenção (e tato, segundo ela talvez pela diferença de idade) para se dar conta que diante de si estavam os futuros maiores artistas da música brasileira. E a influência não foi pouca.
Ao final da década de 50 e durante os anos 60, o ritmo nascido no bairro de Ipanema tomou conta do País inteiro: tudo era Bossa Nova. A música era Bossa Nova, a moda era Bossa Nova, a decoração era Bossa Nova, a praia era Bossa Nova e até o presidente ficou conhecido como Bossa Nova.
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